Iniciada a romaria festivaleira pós-pandémica, de 9 a 11 de Junho rumámos ao Parque da Cidade do Porto para mais uma edição do festival.
O manifesto da banda punk rock feminista russa foi contado em sete brutais actos, acompanhado do início ao fim por uma narração sempre muito ríspida e assertiva.
Bom humor, ode às bifanas, relatos de discoteca e declarações românticas no centro de um espectáculo dedicado à Portugalidade pelo artista gaiense.
Um concerto há muito desejado, intimista, com muitos casais abraçados, trocas de beijos durante músicas, de cores quentes e com uma energia particular.
Depois de duas passagens em anos consecutivos pelo SonicBlast (habituaríamo-nos bem a visitas anuais dos Earthless a Portugal), acabou por ser preciso esperar três anos para voltar a ver a banda californiana por cá.
Depois de uma passagem pelo SonicBlast em 2018, 30 de Abril marcou o regresso dos Naxatras a Portugal para um concerto único no Hard Club. A primeira parte esteve a cargo dos bracarenses Travo.
Três anos depois do lançamento de "Blood Year", os norte-americanos Russian Circles conseguiram finalmente apresentá-lo em Portugal.
Após vários adiamentos, causados pelo suspeito do costume, os Simple Minds pisaram finalmente o solo português para dois concertos.
O regresso do punk ao vivo num mundo pós-pandémico fez-se ainda com concertos de The Casualties e Lion's Law em Lisboa.
O quinteto de Tamanrasset, cidade referência do povo tuaregue do sul da Argélia, apresentou o novo álbum "Aboogi" em Lisboa.