Sintetizar uma carreira de vinte anos e apresentar um disco novo em duas horas, com palco giratório e a 360 graus, é obra de quem veio à música para ser ouvido.
Afinal Mão Morta continua a ter sucesso onde a maioria falha e a vontade de experimentar continua a ser o norte do trintão colectivo de Braga. Ainda bem.