Ainda que não acrescente propriamente um elemento diferente ao catálogo existente, os My Dying Bride mostram-se vivos e capazes mesmo a caminho da terceira década de existência.
É um álbum bastaste coeso, que apesar de conter doze músicas, é de fácil digestão. Aconselha-se a audição várias vezes, pois o impacto inicial pode não seduzir os ouvintes.
A seguir de perto um nome que bem se pode tornar numa referência em Portugal. Tem aqui provas dadas e um conjunto de riffs que deixaria os Black Label Society de Zakk Wylde para trás na corrida.
Cada lançamento de longa-duração de Converge antecede um ritual de apreciação até se tornar em mais um ícone da banda. Este "All We Love We Leave Behind" não foge à regra.
Devin Townsend sabe compor, sabe cantar, sabe tocar num estilo de assinatura. Para além disso, consegue despejar isso nos álbuns que vai lançando. Hora da confissão: é um génio.