Blood Bitch, como tem acontecido com vários lançamentos de Jenny Hval, não é apenas um disco. É um manifesto vanguardista e feminista que beija a arte com a pop sobre uma densa atmosfera. A tradição repete e amplifica então as qualidades já apresentadas em Innocence Is Kinky (2013) e Apocalypse, Girl (2015).

A boa notícia é que tais valências poderão ser testemunhadas nos palcos portugueses – primeiro em Braga, no dia 29 de Abril, no espaço ideal que é o gnration; e um dia depois no Lux, em Lisboa, na noite de encerramento da BoCA Bienal e dividindo o cartaz com Yves Tumour. A anterior passagem de Hval por cá aconteceu de forma discreta no festival Vodafone Mexefest 2015.

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