Banda: Amon Amarth
Álbum: Surtur Rising
Data de Lançamento: 23 de Março de 2011
Editora: Metal Blade Records
Género: Melodic Death Metal/Viking Metal
País: Suécia

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Membros:

Johan Hegg – Voz
Johan Söderberg – Guitarra
Olavi Mikkonen – Guitarra
Ted Lundström – Baixo
Fredrik Andersson – Bateria

 Membros Convidados:

Simon Solomon – Solo de guitarra nas faixas 6 e 9


Alinhamento:
01. War Of The Gods
02. Töck’s Taunt – Loke’s Treachery Part II
03. Destroyer Of The Universe
04. Slaves Of Fear
05. Live Without Regrets
06. The Last Stand Of Frej
07. For Victory Or Death
08. Wrath Of The Norsemen
09. A Beast Am I
10. Doom Over Dead Man

Prestes a celebrar os 20 anos de carreira, os AMON AMARTH lançaram em 2011 o seu oitavo álbum, entitulado “Surtur Rising”. O enorme sucesso do seu álbum de estreia, lançado em 1998, permitiu que a banda rapidamente descobrisse o seu espaço no mundo da música. O seu death metal viking, que conta as vitórias e as histórias da cultura e mitologia nórdica, é o mote para cada álbum. A fórmula é sempre a mesma e o sucesso, inevitavelmente, mantém-se. “Surtur Rising” não é excepção.

Contando a história em redor do gigante de fogo Surtur, o conjunto sueco preparou um álbum bastante energético com a sua melodia habitual. É um álbum potente e rápido, que se denuncia logo à primeira faixa. A produção é a mesma desde que se encontraram os balanços perfeitos em “With Oden On Our Side” (de 2006), mantendo a intensidade já característica dos AMON AMARTH. No entanto, em que aspecto isto ajuda na concepção do álbum? A verdade é que “Surtur Rising” não traz nada de novo à discografia da banda. Para quem ainda não se cansou da sua música, aqui está mais um excelente álbum. Mas há quem se farte, é claro. O álbum tem alguns momentos de destaque, como a imparável ‘Destroyer Of The Universe’, que promete muita distribuição de raiva pela audiência nos concertos da banda. ‘Doom Over Dead Man’ é a faixa menos acelerada do álbum, mas digna de destaque – esta revela as potencialidades de composição fora do campo de conforto da banda, com uma vertente sinfónica no riff de abertura.

Não é um clássico, nem um álbum que se deva destacar da discografia dos AMON AMARTH, mas é bom o suficiente. A banda talvez tenha até atingido o ponto em que os seus novos álbuns não conseguem ultrapassar os anteriores. Mas, depois de “Twilight Of The Thunder God”, de 2008, os barcos e as velas continuam de pé por Odin – a força que parece mover o sucesso do grupo.

Deixo o resto à vossa guarda,
Nuno Bernardo

 Classificação: 76/100

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