Banda: Puscifer
Álbum: Conditions Of My Parole
Data de Lançamento: 18 de Outubro de 2011
Editora: Puscifer Entertainment
Género: Electro-Rock/Experimental
País: Estados Unidos

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Membros:
Maynard James Keenan

Membros convidados:
Jon Theodor (MARS VOLTA)  – Bateria
Jeff Friedl (ASHES dIVIDE) – Bateria
Matt McJunkins (ASHES dIVIDE) – Baixo
Carina Round – Voz
Sarah Jones (BAT FOR LASHES) – Percussão


Alinhamento:

1. Tiny Monsters
2. Green Valley
3. Monsoons
4. Telling Ghosts
5. Horizons
6. Man Overboard
7. Toma
8. The Rapture (Fear Is A Mind Killa Mix)
9. Conditions Of My Parole
10. The Weaver
11. Oceans
12. Tumbleweed

A mente musical de Maynard é evidente e não da maneira um pouco mais bizarra que nos apresentou com o primeiro álbum da banda “V Is For Vagina”. Este segundo registo do projecto alternativo a TOOL e a A PERFECT CIRCLE traz-nos um pouco de tudo – partimos do folk, do electro-rock, do industrial até chegarmos à vertente mais progressiva “escondida” entre notas.

Com variadíssimas participações, este álbum vem presentear-nos com elementos envolventes – seja pela atmosfera que a guitarra mais clássica traz, seja pela voz de Maynard a par da de Carina Round que, embora não preocupados com a musicalidade lírica que se espera tendo em conta os registos passados de Maynard, se imiscuem em algo que desperta o ouvido. À falta dos arranjos de Billy Howerdel o álbum contém aquilo a que chamaria facilmente de elementos inesperados como a batida simplista de “Horizons” ou as distorções encaixadas por baixo da voz melodiosa e calma de Maynard em “Telling Ghosts”.

Em “Conditions of My Parole” embora tenhamos presente algum do progressivo característico já de há muito, há uma clara separação do projecto principal de Maynard, TOOL, e até mesmo dos menos complexos A PERFECT CIRCLE – o progressivo está lá mas bastante implícito e mostrado ao ouvido mais sensível.

Isto faz com que não seja um álbum difícil de ouvir sendo que estes elementos que lhe dão leveza são acompanhados de letras pouco complexas que atendem a desejos e fantasias. Atrevo-me a considerar este registo uma agradável surpresa por parte de Maynard aos fãs das suas composições e da sua mente excêntrica.

O resto a vosso critério,

Diogo Oliveira

Classificação: 85/100

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