São um total de 27 artistas que compõem o alinhamento de concertos e residências artísticas do Tremor 2021. O festival açoriano está de regresso à ilha de São Miguel de 7 a 11 de Setembro com uma proposta que mantém grande parte dos nomes confirmados para a edição de 2020.

Angélica Salvi, Clã (na foto), Conferência Inferno, Dirty Coal Train, Lena D’Água, Samuel Martins Coelho, Sensible Soccers e Solar Corona são alguns nomes da comitiva nacional do festival, mas o Tremor garante ainda as presenças de Casper Clausen, Ferro Gaita, Kelman Duran, Larry Gus, Ko Shin Moon, MadMadMad, Vanishing Twin e Warmduscher. Mas, como sempre, o Tremor guarda ainda espaço para os projectos locais – é o caso de InSeCureFrank, Kazän, Luís Gil Bettencourt e Mário Raposo.

No âmbito das residências artísticas, o Tremor volta a motivar um novo episódio do já longo trabalho de encontros com a Escola de Música de Rabo de Peixe. Para a edição de 2021, Jerry the Cat junta-se ao projecto micaelense para uma fusão de jazz a matéria de negociação e exploração.  Projecta-se ainda a colaboração entre ondamarela e a Associação de Surdos da Ilha de São Miguel. Há ainda a junção muito antecipada entre os guitarristas Filho da Mãe e Norberto Lobo com o baterista Ricardo Martins, numa criação especial que aliará a música a uma intervenção visual.

Impossibilitado de acontecer nos moldes dos anos anteriores, o Tremor 2021 vai organizar o seu calendário de concertos e apresentações de forma a garantir que todos os portadores de bilhetes possam aceder às sessões e actividades propostas, estando prevista a realização de mais do que uma sessão em alguns dos momentos do programa. Serão ainda reforçados os concertos e as apresentações em espaços abertos, e alterado o esquema criado para o dia de encerramento que promovia a circulação por diferentes espaços de Ponta Delgada. Mantém-se, no entanto, os formatos Todo-o-Torreno, assim como as surpresas do Tremor na Estufa.

Os novos nomes juntam-se aos já anunciados Sofia Caetano, PMDS e Luís Senra, encarregues de criar a paisagem sonora para o Tremor Todo-o-Terreno, assim como a exposição colectiva Epicentro: Promessa, uma criação site-specific desenhada para a Ilha de São Miguel, com contributos do colectivo berru, das duplas Débora Silva e Slim Soledad, João Pais Filipe e Beatriz Brum (com co-produção da Artworks), de Gregory Le Lay e da Sonoscopia.

A venda de novos bilhetes para o festival está momentaneamente suspensa, ficando a lotação limitada, neste momento, aos portadores de bilhetes para o Tremor 2020 que decidiram não pedir a sua devolução à data do cancelamento.

Leave a Reply

Your email address will not be published.