O Colectivo Casa Amarela (CCA) é, desde a sua formação em 2014, um dos colectivos mais singulares surgidos em Portugal nos últimos anos. A atravessar um período de maturidade criativa e com o coração na Madeira natal, é a partir do Porto e de Lisboa que os seus membros têm deixado marcas no campo da música exploratória feita por cá. Falamos de diagonais feitas pelo noise, drone, ambient e electrónica de influências leftfield e falamos de ir à linha para experimentar, quebrar regras e desafiar os ouvintes a ultrapassar a barreira do limite próprio.

No próximo sábado, dia 1 de Outubro, este colectivo apresenta-se pela primeira vez no Desterro, em Lisboa, para uma celebração comunal que junta três dos seus membros – Aires, Ulnar (em preparação para um novo registo) e Rui P. Andrade – a amigos do seu catálogo escolhidos a dedo, como é o caso de Liminal, FarWarmth e ainda o DJ set de PAC, isto é, Paulo André Cecílio, o escriba da Bodyspace e da Wire que promete desconcertar os seus discos.

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