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><channel><title>RUIDOSONORO &#187; Reviews</title> <atom:link href="http://ruidosonoro.com/reviews/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" /><link>http://ruidosonoro.com</link> <description>Notícias, Reviews, Festivais, Eventos e muito mais!</description> <lastBuildDate>Tue, 22 May 2012 15:59:16 +0000</lastBuildDate> <language>en</language> <sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod> <sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency> <generator>http://wordpress.org/?v=3.3.2</generator> <item><title>★ ALL SPLINTERED MEMORIES &#8211; Love In The Animal Kingdom [EP] ★</title><link>http://ruidosonoro.com/2012/05/14/all-splintered-memories-love-in-the-animal-kingdom-ep/</link> <comments>http://ruidosonoro.com/2012/05/14/all-splintered-memories-love-in-the-animal-kingdom-ep/#comments</comments> <pubDate>Mon, 14 May 2012 21:20:59 +0000</pubDate> <dc:creator>Dark Forever</dc:creator> <category><![CDATA[Reviews]]></category> <category><![CDATA[2012]]></category> <category><![CDATA[All Splintered Memories]]></category> <category><![CDATA[Love In The Animal Kingdom]]></category><guid
isPermaLink="false">http://ruidosonoro.com/?p=13597</guid> <description><![CDATA[Os All Splintered Memories são um novo projecto lisboeta que vem provar aos mais cépticos que em Portugal ainda existe muita margem para fazer coisas novas e com qualidade.]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p
style="text-align: center;"><span
style="color: #8b0000;"><strong>Banda:</strong></span> All Splintered Memories<br
/> <span
style="color: #8b0000;"><strong>Álbum:</strong></span> Love In The Animal Kingdom [EP]<br
/> <span
style="color: #8b0000;"><strong>Data de lançamento:</strong></span> 29 de Março de 2012<br
/> <span
style="color: #8b0000;"><strong>Editora:</strong></span> (sem editora)<br
/> <span
style="color: #8b0000;"><strong>Género:</strong></span> Electronic Post-Hardcore/Pop-Punk<br
/> <span
style="color: #8b0000;"><strong>País:</strong></span> Portugal</p><p><a
href="http://ruidosonoro.com/wp-content/uploads/2012/05/ASM.jpg" rel="lightbox[13597]" title="ASM"><img
src="http://ruidosonoro.com/wp-content/uploads/2012/05/ASM.jpg" alt="" title="ASM" width="600" height="400" class="aligncenter size-full wp-image-13610" /></a></p><p
style="text-align: center;"><span
style="color: #8b0000;"><em><strong>Membros</strong></em></span><br
/> <span
style="color: #8b0000;"><strong>Ana Beatriz Hilário</strong></span> &#8211; Voz<br
/> <span
style="color: #8b0000;"><strong>Ruben Ferreira</strong></span> &#8211; Guitarra<br
/> <span
style="color: #8b0000;"><strong>Duarte Vieira</strong></span> &#8211; Guitarra<br
/> <span
style="color: #8b0000;"><strong>Pedro Simões</strong></span> &#8211; Baixo<br
/> <span
style="color: #8b0000;"><strong>Sebastião Monteiro</strong></span> &#8211; Bateria</p><p><span
style="color: #8b0000;"><em><strong>Alinhamento</strong></em></span></p><ol><li>Love In The Animal Kingdom</li><li>Hold. Your. Breath.</li><li>Bi[a]tch!</li><li>They Can&#8217;t Beat You</li><li>You&#8217;ll Be Proud Of Me&#8230; I Promise 2.0</li></ol><p
style="text-align: center;"><span
style="color: #800000;"><em><strong>Introdução</strong></em></span></p><p>Os All Splintered Memories são um novo projecto lisboeta que vem provar aos mais cépticos que em Portugal ainda existe muita margem para fazer coisas novas e com qualidade. Numa desafiante mistura entre Hardcore, Metalcore, Pop e Punk, dando ainda um toque electrónico, esta banda consegue juntar sonoridades de bandas como Bless The Fall, Enter Shikari, Hills Have Eyes e&#8230; Avril Lavigne. E para aqueles que já começaram a engelhar o nariz, preparem-se para uma surpresa agradável. Love In The Animal Kingdom não é para os nossos leitores &#8220;de peso&#8221;, mas para quem gostou de Chaos In Paradise e Bless The Oggs, para quem tem uma mente aberta a todos os géneros e para quem gosta de algo mais soft mas intenso, está aqui algo que não devem deixar passar ao lado.</p><p
style="text-align: center;"><strong></strong><span
style="color: #800000;"><em><strong> Review</strong></em></span></p><p>Excluindo a introdução homónima, o EP abre logo com o melhor tema deste registo. Hold Your Breath consegue no primeiro minuto dar-nos praticamente um pouco de tudo aquilo que a banda tem para oferecer. A sonoridade é bem preenchida, intensa e com muitos detalhes relevantes, criando uma atmosfera positiva enriquecida por alguns toques electrónicos. O gutural, que infelizmente poderia estar um pouco mais presente nos temas que se seguem, contrasta na perfeição com a voz doce e cheia de energia positiva de Ana Beatriz Hilário. Este tema de cinco minutos tem passagens muito agradáveis pelo meio, destacando-se o som de piano que precede uma passagem mais pesada.</p><p>A seguir ao melhor, vem talvez o tema mais estranho do EP. Alegre e divertido, Bi[a]tch! poderia muito bem ser um tema da Avril Lavigne, não fosse uma passagem com gutural e um instrumental muito mais rico e interessante que o da cantora pop canadiana. Com algumas partes bastante catchy, é pena o minuto final do tema perder alguma qualidade por entrar em repetição. They Can&#8217;t Beat You tem uma boa entrada, mas acaba por se tornar no tema mais previsível e menos original de Love In The Animal Kingdom, mantendo no entanto uma qualidade constante do princípio ao fim. A fechar, You&#8217;ll Be Proud Of Me&#8230; I Promise 2.0 dá-nos mais quatro minutos agradáveis, faltando talvez um bocadinho de gutural na primeira metade do tema, que o bocadinho da segunda metade sabe a pouco.</p><p
style="text-align: center;"><span
style="color: #800000;"><em><strong>Conclusão</strong></em></span></p><p>Ainda falta percorrer um longo caminho para chegar ao topo, mas os All Splintered Memories têm o desconto de serem pioneiros desta sonoridade em Portugal. Há muita coisa a melhorar, a meu ver essencialmente no contraste entre melodia e peso, meter mais gutural nos temas e explorar melhor a voz da Ana, que é muito constante ao longo de todo o EP e dá a sensação que poderia ter algumas variações mais suaves ou mais agressivas. No entanto, tendo em conta a vontade de fazer algo novo e original, a banda não se safou nada mal, falta agora público nacional para este tipo de som.</p><p>Saudações metaleiras,<br
/> David <em><strong>Dark Forever</strong></em> Matos</p><p
style="text-align: center;"><span
style="color: #8b0000;"><em><strong>Classificação</strong></em></span></p><p
style="text-align: center;"><strong>Vocal: </strong>7,5/10<br
/> <strong>Instrumental:</strong> 8,25/10<br
/> <strong>Escrita:</strong> 7/10<br
/> <strong>Originalidade:</strong> 7,5/10<br
/> <strong>Produção:</strong> 9/10<br
/> <strong>Impressão pessoal:</strong> 7/10<br
/> <strong>TOTAL:</strong> 76,4%</p><p><a
href="http://ruidosonoro.com/wp-content/uploads/2012/05/Capa.jpg" rel="lightbox[13597]" title="ASM-LITAK"><img
src="http://ruidosonoro.com/wp-content/uploads/2012/05/Capa.jpg" alt="" title="ASM-LITAK" width="500" height="500" class="aligncenter size-full wp-image-13587" /></a></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://ruidosonoro.com/2012/05/14/all-splintered-memories-love-in-the-animal-kingdom-ep/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>MOONSPELL &#8211; Alpha Noir/Omega White</title><link>http://ruidosonoro.com/2012/05/11/moonspell-alpha-noiromega-white/</link> <comments>http://ruidosonoro.com/2012/05/11/moonspell-alpha-noiromega-white/#comments</comments> <pubDate>Thu, 10 May 2012 23:11:32 +0000</pubDate> <dc:creator>Rita Cipriano</dc:creator> <category><![CDATA[Reviews]]></category> <category><![CDATA[Alpha Noir]]></category> <category><![CDATA[Moonspell]]></category> <category><![CDATA[Omega White]]></category> <category><![CDATA[reviews]]></category><guid
isPermaLink="false">http://ruidosonoro.com/?p=13480</guid> <description><![CDATA[MOONSPELL Alpha Noir/Omega White [CD - Napalm Records - 27 Abr. 2012] Site Oficial &#124; Myspace &#124; Facebook &#160; Quatro anos depois do lançamento de Night Eternal, os Moonspell voltaram aos lançamentos com o álbum duplo Alpha Noir/Omega White, que promete mostrar duas facetas musicais muito distintas da banda, cada uma devidamente acompanhada a nível [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><strong>MOONSPELL</strong></p><p><em>Alpha Noir/Omega White</em></p><p><em></em>[CD - Napalm Records - 27 Abr. 2012]</p><p><a
href="http://ruidosonoro.com/wp-content/uploads/2012/05/moon.jpg" rel="lightbox[13480]" title="moon"><img
class="aligncenter  wp-image-13485" title="moon" src="http://ruidosonoro.com/wp-content/uploads/2012/05/moon.jpg" alt="" width="626" height="434" /></a></p><p><a
href="http://moonspell.com/">Site Oficial</a> | <a
href="http://www.myspace.com/moonspell">Myspace</a> | <a
href="https://www.facebook.com/moonspellband">Facebook</a></p><p>&nbsp;</p><p>Quatro anos depois do lançamento de <em>Night Eternal</em>, os <strong>Moonspell</strong> voltaram aos lançamentos com o álbum duplo <strong><em>Alpha Noir/Omega White</em></strong>, que promete mostrar duas facetas musicais muito distintas da banda, cada uma devidamente acompanhada a nível temático e lírico.</p><p>A primeira parte, <em>Alpha Noir</em>, composta por nove temas originais (um deles em Português), foi descrito pela própria banda como um “álbum incendiário”. Este, contém em si a sua vertente mais pesada, apresentando-nos o som a que os <strong>Moonspell </strong>nos habituaram. Apesar de não deixar nenhum fã descontente, o álbum não prima pela ousadia nem pela originalidade, consistindo numa mera continuação do trabalho que tem vindo a ser realizado pela banda nos últimos anos. Fica então por descobrir algo de novo, que nos capte a atenção e nos surpreenda.</p><p>A segunda parte, <em>Omega White, </em>apenas disponível em edição limitada, é composto por oito temas que nos mostram um lado mais suave da banda, profundamente influenciado pela atmosfera do rock gótico, que atravessa todo o álbum. Apesar de mais distante do som a que nos habituaram nos últimos tempos (o lançamento de álbuns com o <em>Sin/Pecado</em> já se torna algo longínquo para alguns), esta é sem dúvida a faceta mais original do álbum, que serve de tributo a bandas como Type O Negative, que desde sempre serviu como exemplo e influência para os próprios <strong>Moonspell</strong>. Este não será talvez um álbum para todos os gostos, principalmente para aqueles que esperavam um único álbum, repleto de riffs explosivos e guturais infernais, mas que certamente agradará mais ao público em geral.</p><p><em>Alpha Nor/Omega White </em>surge assim como um álbum fiel ao som e imagem que os <strong>Moonspell </strong>têm vindo a construir, no caminho para um sucesso mais comercial junto de um público mais abrangente.</p><p>&nbsp;</p><p><strong><em>Alpha Noir </em>tracklist:</strong></p><p>1. Axis Mundi</p><p>2. Lickanthrope</p><p>3. Versus</p><p>4. Alpha Noir</p><p>5. Em Nome do Medo</p><p>6. Opera Carne</p><p>7. Love Is Blasphemy</p><p>8. Grandstand</p><p>9. Sine Missione [instrumental]</p><p>&nbsp;</p><p><strong><em>Omega White </em>tracklist:</strong></p><p><em></em>1. White Omega</p><p>2. White Skies</p><p>3. Fireseason</p><p>4. New Tears Eve</p><p>5. Herodisiac</p><p>6. Incantatrix</p><p>7. Sacrificial</p><p>8. A Greater Darkness</p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://ruidosonoro.com/2012/05/11/moonspell-alpha-noiromega-white/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>NUKLEAR INFEKTION &#8211; Weapons Of Massive Genocide [EP]</title><link>http://ruidosonoro.com/2012/05/07/nuklear-infektion-weapons-of-massive-genocide-ep/</link> <comments>http://ruidosonoro.com/2012/05/07/nuklear-infektion-weapons-of-massive-genocide-ep/#comments</comments> <pubDate>Mon, 07 May 2012 19:46:54 +0000</pubDate> <dc:creator>Dark Forever</dc:creator> <category><![CDATA[Reviews]]></category> <category><![CDATA[2012]]></category> <category><![CDATA[Nuklear Infektion]]></category> <category><![CDATA[Portugal]]></category> <category><![CDATA[Thrash Metal]]></category> <category><![CDATA[Weapons Of Massive Genocide]]></category><guid
isPermaLink="false">http://ruidosonoro.com/?p=13375</guid> <description><![CDATA[Banda: Nuklear Infektion Álbum: Weapons Of Massive Genocide [EP] Data de lançamento: 14 de Abril de 2012 Editora: (sem editora) Género: Thrash Metal País: Portugal Membros João &#8220;Tio&#8221; Teotónio &#8211; Voz Afonso Veiga &#8211; Guitarra, voz André Monteiro &#8211; Guitarra Diogo Marques &#8211; Baixo Hugo Melo &#8211; Bateria Alinhamento Weapons Of Massive Genocide Preachers Of [...]]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p
style="text-align: center;"><span
style="color: #8b0000;"><strong>Banda:</strong></span> Nuklear Infektion<br
/> <span
style="color: #8b0000;"><strong>Álbum:</strong></span> Weapons Of Massive Genocide [EP]<br
/> <span
style="color: #8b0000;"><strong>Data de lançamento:</strong></span> 14 de Abril de 2012<br
/> <span
style="color: #8b0000;"><strong>Editora:</strong></span> (sem editora)<br
/> <span
style="color: #8b0000;"><strong>Género:</strong></span> Thrash Metal<br
/> <span
style="color: #8b0000;"><strong>País:</strong></span> Portugal</p><p><a
href="http://ruidosonoro.com/wp-content/uploads/2012/05/NI1.png" rel="lightbox[13375]" title="NI"><img
src="http://ruidosonoro.com/wp-content/uploads/2012/05/NI1.png" alt="" title="NI" width="567" height="180" class="aligncenter size-full wp-image-13379" /></a></p><p
style="text-align: center;"><span
style="color: #8b0000;"><em><strong>Membros</strong></em></span><br
/> <span
style="color: #8b0000;"><strong>João &#8220;Tio&#8221; Teotónio</strong></span> &#8211; Voz<br
/> <span
style="color: #8b0000;"><strong>Afonso Veiga</strong></span> &#8211; Guitarra, voz<br
/> <span
style="color: #8b0000;"><strong>André Monteiro</strong></span> &#8211; Guitarra<br
/> <span
style="color: #8b0000;"><strong>Diogo Marques</strong></span> &#8211; Baixo<br
/> <span
style="color: #8b0000;"><strong>Hugo Melo</strong></span> &#8211; Bateria</p><p><span
style="color: #8b0000;"><em><strong>Alinhamento</strong></em></span></p><ol><li>Weapons Of Massive Genocide</li><li>Preachers Of Lies</li><li>We&#8217;re On Command</li><li>Progress&#8217;Holocaust</li><li>The Dark Passenger</li></ol><p
style="text-align: center;"><strong></strong><span
style="color: #800000;"><em><strong> Review</strong></em></span></p><p>O renascimento do Thrash Metal tem sido um dos principais movimentos do Metal mundial nos últimos tempos, quer seja com o regresso ao topo de velhas glórias (veja-se o enorme sucesso dos últimos dois álbuns dos Overkill), quer através de novas bandas que praticam a sonoridade Thrash clássica. Em Portugal temos um cenário semelhante, com bandas como Switchtense, Web e Adamantine a dar uma nova alma ao Thrash Metal nacional. É nesta onda que surgem os Nuklear Infektion, que apostam claramente em recriar o espírito e ambiente clássicos dos primórdios deste género.</p><p>A vontade da banda parece ser muita, maior ainda é a sua fidelidade ao som dos anos 80. E é precisamente neste último facto que se prende o seu pior defeito: todos os riffs, melodias e composições de Weapons Of Massive Genocide já foram ouvidos em centenas de bandas. Não existe aqui uma ponta de originalidade, com excepção para um ou dois momentos que se perdem nesta amálgama sonora repetitiva. Se é para tocar algo que já foi tocado, mais vale ser uma banda de covers, pelo menos as músicas seriam mais interessantes.</p><p>O segundo grande defeito deste EP é a produção. Parece que a banda, na sua tentativa de voltar 30 anos atrás, quis apostar numa produção crua. A verdade é que já ninguém faz isto hoje em dia, ninguém no seu perfeito juízo quer lançar um registo cujo som pareça vindo do fundo de um poço e o ouvinte tenha que se estar a esforçar para ouvir todos os instrumentos. Confesso que um dos maiores problemas do Metal hoje em dia é o excesso de produção, mas nem 8 nem 80. Existem muitas formas de recriar a atmosfera dos anos 80, e mesmo nessa altura, havia bandas com produções muito melhores. Se havia más produções, era porque não havia possibilidade para mais, mas hoje, mesmo em Portugal, temos produtores excelentes e acessíveis a qualquer banda (veja-se por exemplo o trabalho do Tiago Mesquita em bandas como Dreadfire e Raven Dust, que tornou estes dois trabalhos, que poderiam passar completamente ao lado, em promessas futuras).</p><p>De positivo destaca-se a qualidade técnica da banda, que apesar de escondida atrás dos riffs simples e genéricos, nota-se que tem potencial para tocar algo bom, acompanhado por um vocal interessante. Apostando numa produção melhor, passando mais tempo no processo de composição e afastando-se mais das suas influências para criar algo que soe fresco e agradável, os Nuklear Infektion podem vir a ter uma palavra interessante a dar no Thrash nacional. Espero que este EP seja o pior que têm para dar, e que a partir daqui seja sempre a melhorar. O futuro o ditará.</p><p>Saudações metaleiras,<br
/> David <em><strong>Dark Forever</strong></em> Matos</p><p
style="text-align: center;"><span
style="color: #8b0000;"><em><strong>Classificação</strong></em></span></p><p
style="text-align: center;"><strong>Vocal: </strong>6,5/10<br
/> <strong>Instrumental:</strong> 7/10<br
/> <strong>Escrita:</strong> 5/10<br
/> <strong>Originalidade:</strong> 3,5/10<br
/> <strong>Produção:</strong> 4/10<br
/> <strong>Impressão pessoal:</strong> 5/10<br
/> <strong>TOTAL:</strong> 51,5%</p><p><a
href="http://ruidosonoro.com/wp-content/uploads/2012/05/NI-WOMG2.png" rel="lightbox[13375]" title="NI-WOMG"><img
src="http://ruidosonoro.com/wp-content/uploads/2012/05/NI-WOMG2.png" alt="" title="NI-WOMG" width="600" height="600" class="aligncenter size-full wp-image-13382" /></a></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://ruidosonoro.com/2012/05/07/nuklear-infektion-weapons-of-massive-genocide-ep/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>3</slash:comments> </item> <item><title>MESHUGGAH &#8211; Koloss</title><link>http://ruidosonoro.com/2012/05/04/meshuggah-koloss/</link> <comments>http://ruidosonoro.com/2012/05/04/meshuggah-koloss/#comments</comments> <pubDate>Fri, 04 May 2012 18:40:33 +0000</pubDate> <dc:creator>Nuno Bernardo</dc:creator> <category><![CDATA[Reviews]]></category> <category><![CDATA[2012]]></category> <category><![CDATA[djent]]></category> <category><![CDATA[Koloss]]></category> <category><![CDATA[math]]></category> <category><![CDATA[Meshuggah]]></category> <category><![CDATA[Nuclear Blast]]></category> <category><![CDATA[Suécia]]></category><guid
isPermaLink="false">http://ruidosonoro.com/?p=13356</guid> <description><![CDATA[Pode não ser uma obra-prima, não constar no pódio dos melhores lançamentos da banda e  nem sequer surpreender os fãs, mas não desiludem de certeza. E isso demonstra perfeitamente quão colossais são estes Meshuggah.]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><span
style="color: #800000;">Banda:</span> Meshuggah<br
/> <span
style="color: #800000;">Álbum:</span> Koloss<br
/> <span
style="color: #800000;">Data de Lançamento:</span> 23 de Março de 2012<br
/> <span
style="color: #800000;">Editora:</span> Nuclear Blast Records<br
/> <span
style="color: #800000;">Género:</span> Math Metal/Djent<br
/> <span
style="color: #800000;">País:</span> Suécia</p><p
style="text-align: center;"><a
title="MySpace" href="http://www.myspace.com/meshuggah" target="_blank">MySpace</a> | <a
title="Facebook" href="http://www.facebook.com/meshuggah" target="_blank">Facebook </a>| <a
title="last.fm" href="http://www.last.fm/music/Meshuggah" target="_blank">last.fm</a></p><p
style="text-align: center;"><span
style="color: #800000;">Membros:</span></p><p
style="text-align: center;">Jens Kidman &#8211; Voz, Guitarras<br
/> Fredrik Thordendal &#8211; Guitarras, Teclados, Voz<br
/> Mårten Hagström &#8211; Guitarras, Voz<br
/> Dick Lövgren &#8211; Baixo<br
/> Tomas Haake &#8211; Bateria, Voz</p><p
style="text-align: center;"><a
href="http://ruidosonoro.com/wp-content/uploads/2012/05/Meshuggah.jpg" rel="lightbox[13356]" title="Meshuggah"><img
class="aligncenter size-full wp-image-13357" title="Meshuggah" src="http://ruidosonoro.com/wp-content/uploads/2012/05/Meshuggah.jpg" alt="" width="456" height="304" /></a></p><p><center></center><span
style="color: #800000;"><strong>Alinhamento:</strong></span><br
/> 01. I Am Colossus<br
/> 02. The Demon&#8217;s Name Is Surveillance<br
/> 03. Do Not Look Down<br
/> 04. Behind The Sun<br
/> 05. The Hurt That Finds You First<br
/> 06. Marrow<br
/> 07. Break Those Bones Whose Sinews Gave It Motion<br
/> 08. Swarm<br
/> 09. Demiurge<br
/> 10. The Last Vigil</p><p
style="text-align: justify;">Os sempre monstruosos Meshuggah estão de regresso aos álbuns quatro anos depois de &#8220;ObZen&#8221;. Este é o sétimo álbum de uma experiente banda que se demonstra incansável em explorar o seu próprio som e de empilhar cuidados de composição em cada novo trabalho que lançam, cada vez mais alto. No entanto não significa que &#8220;Koloss&#8221; seja um passo em frente. Nem um passo atrás. Apenas diferente.</p><p
style="text-align: justify;">Aliás, diferente como tem sido todo o percurso da banda até aos dias de hoje. Este &#8220;Koloss&#8221; é uma boa prova de que os suecos conseguem lançar uma série de temas mais vagarosos (&#8216;I Am Colossus&#8217;, &#8216;Do Not Look Down&#8217;) e combiná-los na perfeição com os minutos de velocidade de &#8216;The Demon&#8217;s Name Is Surveillance&#8217;, &#8216;Swarm&#8217; ou &#8216;The Hurt That Finds You First&#8217;. E até em relação ao anterior &#8220;ObZen&#8221;, a banda mostra uma tendência de carregar menos vezes no acelerador em troca de <em>riffs </em>mais potentes. A disposição dos famosos contra-tempos da banda encontra-se excelente ao longo dos 55 minutos do disco, contrastando com os berrantes <em>drops </em>das guitarras de oito cordas quando todo o instrumental se sincroniza.  Em faixas como &#8216;Behind The Sun&#8217; ou o <em>single</em> &#8216;Break Those Bones Whose Sinews Gave It Motion&#8217; verificamos uma espécie de <em>best of </em>de todas as potencialidades do quinteto, revelando uma forma invejável e fazendo-nos acreditar que melhor performance só ao vivo.</p><p
style="text-align: justify;">Pode não ser uma obra-prima, não constar no pódio dos melhores lançamentos da banda e  nem sequer surpreender os fãs, mas não desiludem de certeza. E isso demonstra perfeitamente quão colossais são estes Meshuggah.</p><p
style="text-align: justify;">// Nuno Bernardo</p><p
style="text-align: center;"><strong><span
style="color: #800000;"> Classificação:</span> 87/100</strong></p><p
style="text-align: center;"><a
href="http://ruidosonoro.com/wp-content/uploads/2012/05/Koloss.jpg" rel="lightbox[13356]" title="Koloss"><img
class="aligncenter  wp-image-13358" title="Koloss" src="http://ruidosonoro.com/wp-content/uploads/2012/05/Koloss.jpg" alt="" width="540" height="540" /></a></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://ruidosonoro.com/2012/05/04/meshuggah-koloss/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>★ BLESS THE OGGS &#8211; It All Starts With A Seed ★</title><link>http://ruidosonoro.com/2012/04/30/bless-the-oggs-it-all-starts-with-a-seed/</link> <comments>http://ruidosonoro.com/2012/04/30/bless-the-oggs-it-all-starts-with-a-seed/#comments</comments> <pubDate>Mon, 30 Apr 2012 22:00:19 +0000</pubDate> <dc:creator>Dark Forever</dc:creator> <category><![CDATA[Reviews]]></category> <category><![CDATA[2012]]></category> <category><![CDATA[Bless The Oggs]]></category> <category><![CDATA[It All Starts With A Seed]]></category><guid
isPermaLink="false">http://ruidosonoro.com/?p=13211</guid> <description><![CDATA[Em It All Starts With A Seed encontramos uma banda profissional e séria naquilo que faz, com boas perspectivas para o futuro.]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p
style="text-align: center;"><span
style="color: #8b0000;"><strong>Banda:</strong></span> Bless The Oggs<br
/> <span
style="color: #8b0000;"><strong>Álbum:</strong></span> It All Starts With A Seed<br
/> <span
style="color: #8b0000;"><strong>Data de lançamento:</strong></span> 3 de Março de 2012<br
/> <span
style="color: #8b0000;"><strong>Editora:</strong></span> (sem editora)<br
/> <span
style="color: #8b0000;"><strong>Género:</strong></span> Melodic Hardcore/Metalcore<br
/> <span
style="color: #8b0000;"><strong>País:</strong></span> Portugal</p><p><a
href="http://ruidosonoro.com/wp-content/uploads/2012/04/BTO2.jpg" rel="lightbox[13211]" title="BTO"><img
class="aligncenter size-full wp-image-13214" title="BTO" src="http://ruidosonoro.com/wp-content/uploads/2012/04/BTO2.jpg" alt="" width="600" height="400" /></a></p><p
style="text-align: center;"><span
style="color: #8b0000;"><em><strong>Membros</strong></em></span><br
/> <span
style="color: #8b0000;"><strong>Marco Passadinhas</strong></span> &#8211; Voz<br
/> <span
style="color: #8b0000;"><strong>André Barbosa</strong></span> &#8211; Guitarra<br
/> <span
style="color: #8b0000;"><strong>Tiago Mesquita</strong></span> &#8211; Guitarra<br
/> <span
style="color: #8b0000;"><strong>João Miranda</strong></span> &#8211; Baixo<br
/> <span
style="color: #8b0000;"><strong>Ricardo Gomes</strong></span> &#8211; Bateria</p><p><span
style="color: #8b0000;"><em><strong>Alinhamento</strong></em></span></p><ol><li>It All Starts With A Seed (Intro)</li><li>Reprint Yourself Tonight</li><li>Deliver</li><li>We All Take Different Paths</li><li>This Is Our Last Night</li><li>Hate Days Later</li><li>Comaprison</li><li>Walls Of Truth (We&#8217;ve Built This Fire)</li><li>For Only Those Who Dare To Fail</li><li>A Cold Day In December</li><li>This Charming War</li></ol><p
style="text-align: center;"><span
style="color: #800000;"><em><strong>Introdução</strong></em></span></p><p>A Ruído Sonoro vê-se de novo perante uma interessante estreia de uma banda nacional, como já tem sido hábito nos últimos tempos. Os Bless The Oggs são um quinteto lisboeta que junta uma mescla de influências, que vão desde o Hardcore ao Metalcore, com influências de Thrash e Progressive Metal. It All Starts With A Seed é a semente sob a qual a banda irá crescer, e dada a sua qualidade, prevê-se que colham bons frutos rapidamente. Este álbum é para aqueles que gostam de trabalhos fáceis de ouvir e agradáveis, sem grandes rodeios e boas melodias, músicas directas e curtas, melhores ainda para curtir ao vivo.</p><p
style="text-align: center;"><strong></strong><span
style="color: #800000;"><em><strong> Review</strong></em></span></p><p>Depois da uma estranha introdução electrónica (estranha para um álbum de música pesada, se bem que a guitarra que entra nos últimos 20 segundos lhe dá uma dimensão interessante), It All Starts With A Seed faz rodar Reprint Yourself Tonight, com um gutural ao estilo scream e voz limpa num refrão cuja melodia é simples mas extremamente catchy. Esta primeira impressão leva-nos aos dois pólos da banda, do mais agressivo ao mais melódico, passando por momentos de puro Hardcore e outros de puro Metalcore. Segue-se Deliver, que entra furiosa e pesada, com uma excelente progressão instrumental e um bom jogo de vozes gutural/limpa no pré-refrão.</p><p>We All Take Different Paths começa com um riff interessante, mas acaba por perder magia ao longo do tema, tornando-se numa das faixas mais fracas e monótonas do álbum, sem acrescentar nada ao mesmo. Para compensar, o tema que se segue, This Is Our Last Night, dá-nos um dos momentos mais intensos emocionalmente do álbum, lírica e musicalmente. Ligeiramente mais lenta que os restantes temas, esta música é algo lamechas na letra (bom para as meninas), mas muito interessante do ponto de vista musical. Para não perder a atenção dos homens de barba rija temos o tema seguinte, Hate Days Later, pesado, furioso e intenso, com o único senão de acabar abruptamente, quando se esperava mais uns segundos pelo menos, mas uma adição muito bem vinda.</p><p>O sétimo tema é Comaprison, o single do álbum com direito a videoclip. Esta faixa tem um dos melhores refrões de todo o It All Starts With A Seed, com um trabalho instrumental muito bom, especialmente nas melodias das guitarras, mas mais uma vez peca pela brevidade da música, que ficava magnífica com um solo extenso pelo meio. Em Walls Of Truth, a voz gutural começa a tornar-se um pouco cansativa, pedindo-se talvez um tipo de gutural diferente, nem que fosse só numa música, para quebrar a muralha sonora repetitiva que este scream cria. Ignorando este detalhe, este é mais um tema que mantém a qualidade do restante álbum, com uma magnífica entrada para o refrão. For Only Those Who Dare To Fail é, a par com We All Take Different Paths, a faixa mais fraca. Apesar de um refrão interessante, o tema em si é pouco original e a passagem mais melódica perto do final é o momento mais baixo do disco.</p><p>Os dois temas que fecham o álbum são aqueles que mais diferem do restante trabalho e mais me aguçaram o ouvido, cada um por motivos muito diferentes. Primeiro temos A Cold Day In December, a balada do álbum. Calma e com uma melodia perigosamente &#8220;redondinha&#8221;, a verdade é que este tema transmite calma e uma suave sensação de tristeza, que assentam bem nesta recta final. É um tipo de música que uma banda exclusivamente de Metal não poderia fazer, mas que os Bless The Oggs se podem dar ao luxo de criar e ainda bem que o fizeram. Tudo o que é bom acaba, e este álbum acaba da melhor maneira possível. Se até aqui ouvimos um trabalho sólido e interessante, mas sem nada fora de série, This Charming War traz-nos algo simplesmente soberbo e com uma qualidade muito acima do resto de It All Starts With A Seed. Com uma entrada gutural típica do resto do álbum, este tema apresenta-nos uma deliciosa passagem no pré-refrão ao estilo de Tool/Katatonia. Já o refrão em si tem uma melodia muito boa para a despedida. Destaco neste tema final o grande trabalho na bateria e, já na recta final, o solo que fecha o álbum.</p><p
style="text-align: center;"><span
style="color: #800000;"><em><strong>Conclusão</strong></em></span></p><p>Em It All Starts With A Seed encontramos uma banda profissional e séria naquilo que faz, com boas perspectivas para o futuro. Com as devidas falhas já mencionadas, este álbum tem muito de interessante e a capacidade de prender o ouvinte com as suas belas melodias. Ainda são poucas as bandas a fazer este tipo de som em Portugal e a ter sucesso, pelo que a margem de manobra é confortável. Espero que os Bless The Oggs consigam agora pegar no feedback que foi dado a este álbum, juntarem todas as críticas e conselhos e tornarem o próximo álbum à prova de bala. A capacidade está lá.</p><p>Saudações metaleiras,<br
/> David <em><strong>Dark Forever</strong></em> Matos</p><p
style="text-align: center;"><span
style="color: #8b0000;"><em><strong>Classificação</strong></em></span></p><p
style="text-align: center;"><strong>Vocal: </strong>7,75/10<br
/> <strong>Instrumental:</strong> 8,5/10<br
/> <strong>Escrita:</strong> 7,75/10<br
/> <strong>Originalidade:</strong> 7,5/10<br
/> <strong>Produção:</strong> 10/10<br
/> <strong>Impressão pessoal:</strong> 8/10<br
/> <strong>TOTAL:</strong> 82,1%</p><p><a
href="http://ruidosonoro.com/wp-content/uploads/2012/04/BTO-IASWAS1.jpg" rel="lightbox[13211]" title="BTO-IASWAS"><img
class="aligncenter size-full wp-image-13197" title="BTO-IASWAS" src="http://ruidosonoro.com/wp-content/uploads/2012/04/BTO-IASWAS1.jpg" alt="" width="500" height="500" /></a></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://ruidosonoro.com/2012/04/30/bless-the-oggs-it-all-starts-with-a-seed/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>PROCESS OF GUILT &#8211; FÆMIN</title><link>http://ruidosonoro.com/2012/04/28/process-of-guilt-faemin/</link> <comments>http://ruidosonoro.com/2012/04/28/process-of-guilt-faemin/#comments</comments> <pubDate>Sat, 28 Apr 2012 20:27:02 +0000</pubDate> <dc:creator>Nuno Bernardo</dc:creator> <category><![CDATA[Reviews]]></category> <category><![CDATA[2012]]></category> <category><![CDATA[Bleak Recordings]]></category> <category><![CDATA[Division Records]]></category> <category><![CDATA[Évora]]></category> <category><![CDATA[Fæmin]]></category> <category><![CDATA[Portugal]]></category> <category><![CDATA[Process Of Guilt]]></category><guid
isPermaLink="false">http://ruidosonoro.com/?p=13088</guid> <description><![CDATA[Para além de ser mais um lançamento de luxo, "FÆMIN" é só por si uma cruel força da natureza.]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><span
style="color: #800000;">Banda:</span> Process Of Guilt<br
/> <span
style="color: #800000;">Álbum:</span> FÆMIN<br
/> <span
style="color: #800000;">Data de Lançamento:</span> 11 de Junho de 2012<br
/> <span
style="color: #800000;">Editora:</span> Division Records (Bleak Recordings em Portugal)<br
/> <span
style="color: #800000;">Género:</span> Doom/Post-Metal<br
/> <span
style="color: #800000;">País:</span> Portugal</p><p
style="text-align: center;"><a
title="MySpace" href="http://www.myspace.com/processofguilt" target="_blank">MySpace</a> | <a
title="Facebook" href="http://www.facebook.com/pages/Process-of-Guilt/87521204053" target="_blank">Facebook </a>| <a
title="last.fm" href="http://www.last.fm/music/Process%20Of%20Guilt" target="_blank">last.fm</a></p><p
style="text-align: center;"><span
style="color: #800000;">Membros:</span></p><p
style="text-align: center;">Hugo Santos &#8211; Voz, Guitarra<br
/> Nuno David &#8211; Guitarra<br
/> Custódio Rato &#8211; Baixo<br
/> Gonçalo Correia &#8211; Bateria</p><p
style="text-align: center;"><a
href="http://ruidosonoro.com/wp-content/uploads/2012/04/Process-Of-Guilt1.jpg" rel="lightbox[13088]" title="Process Of Guilt"><img
class="aligncenter  wp-image-13089" title="Process Of Guilt" src="http://ruidosonoro.com/wp-content/uploads/2012/04/Process-Of-Guilt1.jpg" alt="" width="384" height="576" /></a></p><p><center></center><span
style="color: #800000;"><strong>Alinhamento:</strong></span><br
/> 01. Empire<br
/> 02. Blindfold<br
/> 03. Harvest<br
/> 04. Cleanse<br
/> 05. Fæmin</p><p>É inevitável começar a falar de Process Of Guilt sem referir a qualidade do seu catálogo. Quando em 2006 lançaram &#8220;Renounce&#8221;, o seu doom profundo conseguiu conquistar Portugal a partir das planícies alentejanas. A banda eborense, no entanto, não ficou por aqui &#8211; em 2009, Portugal já era pouco. &#8220;Erosion&#8221; foi referência em inúmeras entidades da música pesada pelo mundo fora, convencendo comunidades online e revistas. Novamente três anos depois, &#8220;FÆMIN&#8221; é um novo capítulo da história que se escreve pelas mãos de Process Of Guilt.</p><p
style="text-align: justify;">A banda tem sofrido uma constante evolução do seu som, manifestando-se cada vez mais massivo e capaz de derrubar edifícios. A esta altura da carreira, as suas influências não têm mais um papel preponderante na discussão dos seus <em>riffs </em>e da escrita dos trabalhos. Os Process Of Guilt chegaram à altura em que merecem ser imitados e serem tomados como um exemplo a seguir para quem quer levantar um projecto do género, pois &#8220;FÆMIN&#8221; contém uma das sonoridades mais refinadas que já se escreveu &#8211; seja pela poderosa introdução de &#8216;Empire&#8217;, pelas palavras de &#8216;Blindfold&#8217; ou pelo <em>riff</em> do ano de &#8216;Fæmin&#8217;. Dispensando cada vez mais a melodia do álbum de estreia e até os bonitos momentos acústicos de &#8220;Erosion&#8221;, foi construída aqui uma mistura de elementos pesados, lentos e agressivos pela sua própria consistência. Gonçalo é responsável por marcar a queda das guitarradas de Hugo e Nuno com o seu melhor trabalho de bateria até à data, enquanto Custódio se faz ouvir melhor &#8211; é impossível não ficar deliciado com a sua presença na faixa final, enquanto as guitarras tomam outro rumo. Os <em>leads </em>de Nuno, quando existem, são fulcrais para a progressão do álbum e entregam ao ouvinte uma boa maneira de se emergir e ser consumido. E Hugo volta a provar que é, muito provavelmente, a voz mais intimidante em Portugal se &#8221;FÆMIN&#8221; estiver a ser escutado a bons decibéis acima do habitual.</p><p
style="text-align: justify;">Para além de ser mais um lançamento de luxo, &#8220;FÆMIN&#8221; é só por si uma cruel força da natureza. O seu querer em transportar-nos para paisagens cinzentas remete-nos para um estado meditativo e, ao mesmo tempo, alarmante. Desde a calma de &#8216;Cleanse&#8217; à titânica brutalidade dos minutos finais de &#8217;Fæmin&#8217;, este álbum convence-nos que os dois lados de um choque de contrastes podem proporcionar algo sobrenatural. Raiva? Contenção? E porque não ambos? O céu e o inferno também se tocam.</p><p
style="text-align: justify;">// Nuno Bernardo</p><p
style="text-align: center;"><strong><span
style="color: #800000;"> Classificação:</span> 96/100</strong></p><p
style="text-align: center;"><a
href="http://ruidosonoro.com/wp-content/uploads/2012/04/faemin.jpg" rel="lightbox[13088]" title="Fæmin"><img
class="aligncenter  wp-image-13090" title="Fæmin" src="http://ruidosonoro.com/wp-content/uploads/2012/04/faemin.jpg" alt="" width="530" height="480" /></a></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://ruidosonoro.com/2012/04/28/process-of-guilt-faemin/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>FIRST CLASS TRAGEDY &#8211; Reaching Hope [EP]</title><link>http://ruidosonoro.com/2012/04/22/first-class-tragedy-reaching-hope-ep/</link> <comments>http://ruidosonoro.com/2012/04/22/first-class-tragedy-reaching-hope-ep/#comments</comments> <pubDate>Sun, 22 Apr 2012 15:08:31 +0000</pubDate> <dc:creator>Dark Forever</dc:creator> <category><![CDATA[Reviews]]></category> <category><![CDATA[First Class Tragedy]]></category> <category><![CDATA[Reaching Hope]]></category><guid
isPermaLink="false">http://ruidosonoro.com/?p=12946</guid> <description><![CDATA[Reaching Hope tem alma própria e a capacidade de agradar o ouvinte do primeiro ao último segundo.]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p
style="text-align: center;"><span
style="color: #8b0000;"><strong>Banda:</strong></span> First Class Tragedy<br
/> <span
style="color: #8b0000;"><strong>Álbum:</strong></span> Reaching Hope [EP]<br
/> <span
style="color: #8b0000;"><strong>Data de lançamento:</strong></span> 25 de Dezembro de 2011<br
/> <span
style="color: #8b0000;"><strong>Editora:</strong></span> (sem editora)<br
/> <span
style="color: #8b0000;"><strong>Género:</strong></span> Hardcore/Metalcore<br
/> <span
style="color: #8b0000;"><strong>País:</strong></span> Portugal</p><p><a
href="http://ruidosonoro.com/wp-content/uploads/2012/04/FCT.png" rel="lightbox[12946]" title="FCT"><img
class="aligncenter size-full wp-image-12950" title="FCT" src="http://ruidosonoro.com/wp-content/uploads/2012/04/FCT.png" alt="" width="412" height="126" /></a></p><p
style="text-align: center;"><span
style="color: #8b0000;"><em><strong>Membros</strong></em></span><br
/> <span
style="color: #8b0000;"><strong>Eduardo Lopes</strong></span> &#8211; Voz<br
/> <span
style="color: #8b0000;"><strong>João Paulo</strong></span> &#8211; Guitarra, voz<br
/> <span
style="color: #8b0000;"><strong>Fábio Passos</strong></span> &#8211; Baixo<br
/> <span
style="color: #8b0000;"><strong>Tiago André</strong></span> &#8211; Bateria</p><p><span
style="color: #8b0000;"><em><strong>Alinhamento</strong></em></span></p><ol><li>Tragedy</li><li>With Our Eyes Closed</li><li>H.O.P.E.</li><li>&#8216;Till The End</li><li>The Medicine</li></ol><p
style="text-align: center;"><strong></strong><span
style="color: #800000;"><em><strong> Review</strong></em></span></p><p>Os First Class Tragedy são mais uma nova aposta nacional de Hardcore/Metalcore, nascida em Ansião, Leiria, em 2009. Este EP de estreia, produzido por Vasco Ramos (More Than A Thousand) e gravado e masterizado nos Poison Apple Studios por Tiago Canadas, apresenta-nos quatro temas (além da intro) com 3/4 minutos de grande qualidade e está injustamente a passar um pouco ao lado da imprensa e do público em geral, pelo que a Ruído Sonoro achou por bem colmatar essa falha e dar aqui o merecido espaço à banda.</p><p>Com uma sonoridade bem agressiva, transbordando energia positiva e libertando ódio, os First Class Tragedy conseguem nestes 16 minutos mostrar um enorme potencial, indo buscar influências ao Hardcore clássico e ao Metalcore. No entanto, a banda não se fica por melodias e composições genéricas, mas consegue antes criar algo único e refrescante, numa fusão de sons que resulta muito bem. With Our Eyes Closed, com a participação do vocalista Fábio Batista dos Hills Have Eyes, mostra-nos logo um instrumental muito bem trabalhado e acompanhado na perfeição pelo gutural/scream. É impressionante ao longo de todo o EP os detalhes técnicos a nível instrumental, com destaque para uma bateria incansável e muito variada.</p><p>A noção melódica da banda é também muito boa, com belos momentos dos quais destaco o refrão de H.O.P.E. e a excelente segunda metade do tema The Medicine. Ao contrário de muitas bandas deste género que estão a começar, o vocalista dos First Class Tragedy não se limita a gritar as letras, consegue colocar muito bem a voz e tornar as letras perceptíveis (pelo menos, para quem está habituado a scream). Em suma, Reaching Hope tem alma própria e a capacidade de agradar o ouvinte do primeiro ao último segundo. Não é perfeito, longe disso, mas é muito agradável de ouvir e não cansa. Há agora que pegar neste excelente leque de sonoridades diferentes e dar-lhes maior coesão de faixa para faixa em trabalhos futuros, que antecipo serem de qualidade notável.</p><p>Saudações metaleiras,<br
/> David <em><strong>Dark Forever</strong></em> Matos</p><p
style="text-align: center;"><span
style="color: #8b0000;"><em><strong>Classificação</strong></em></span></p><p
style="text-align: center;"><strong>Vocal: </strong>7,75/10<br
/> <strong>Instrumental:</strong> 8,25/10<br
/> <strong>Escrita:</strong> 8/10<br
/> <strong>Originalidade:</strong> 7,5/10<br
/> <strong>Produção:</strong> 9,5/10<br
/> <strong>Impressão pessoal:</strong> 7,75/10<br
/> <strong>TOTAL:</strong> 81%</p><p><a
href="http://ruidosonoro.com/wp-content/uploads/2012/04/Reaching-Hope.jpg" rel="lightbox[12946]" title="Reaching Hope"><img
class="aligncenter size-full wp-image-12948" title="Reaching Hope" src="http://ruidosonoro.com/wp-content/uploads/2012/04/Reaching-Hope.jpg" alt="" width="600" height="600" /></a></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://ruidosonoro.com/2012/04/22/first-class-tragedy-reaching-hope-ep/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>REALITY SLAP &#8211; Necks &amp; Ropes</title><link>http://ruidosonoro.com/2012/04/21/reality-slap-necks-ropes/</link> <comments>http://ruidosonoro.com/2012/04/21/reality-slap-necks-ropes/#comments</comments> <pubDate>Sat, 21 Apr 2012 19:13:07 +0000</pubDate> <dc:creator>Nuno Bernardo</dc:creator> <category><![CDATA[Reviews]]></category> <category><![CDATA[Hardcore]]></category> <category><![CDATA[HellXis Records]]></category> <category><![CDATA[REALITY SLAP]]></category><guid
isPermaLink="false">http://ruidosonoro.com/?p=12861</guid> <description><![CDATA[Portugal que tema os seus palcos, pois a pólvora de "Necks &#038; Ropes" poderá incendiar audiências.]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><span
style="color: #800000;">Banda:</span> Reality Slap<br
/> <span
style="color: #800000;">Álbum:</span> Necks &amp; Ropes<br
/> <span
style="color: #800000;">Data de Lançamento:</span> 25 de Janeiro de 2012<br
/> <span
style="color: #800000;">Editora:</span> HellXis Records<br
/> <span
style="color: #800000;">Género:</span> Hardcore<br
/> <span
style="color: #800000;">País:</span> Portugal</p><p
style="text-align: center;"><a
title="MySpace" href="http://www.myspace.com/slapyouwithreality" target="_blank">MySpace</a> | <a
title="Facebook" href="http://www.facebook.com/realityslap" target="_blank">Facebook </a>| <a
title="last.fm" href="http://www.last.fm/music/Reality%20Slap" target="_blank">last.fm</a></p><p
style="text-align: center;"><span
style="color: #800000;">Membros:</span></p><p
style="text-align: center;">Johnny &#8211; Voz<br
/> Gus &#8211; Guitarra<br
/> Tim &#8211; Guitarra<br
/> Jp &#8211; Baixo<br
/> Tiago &#8211; Bateria</p><p
style="text-align: center;"><span
style="color: #800000;">Membros convidados:</span></p><p
style="text-align: center;">Winston McCall (Parkway Drive)<br
/> Justice Tripp (Trapped Under Ice)<br
/> Poli Correia (Devil In Me)<br
/> Mike &#8220;Ghost&#8221; Correia (Men Eater)</p><p
style="text-align: center;"><a
href="http://ruidosonoro.com/wp-content/uploads/2012/04/reality_slap.jpg" rel="lightbox[12861]" title="Reality Slap"><img
class="aligncenter size-full wp-image-13066" title="Reality Slap" src="http://ruidosonoro.com/wp-content/uploads/2012/04/reality_slap.jpg" alt="" width="500" height="330" /></a></p><p
style="text-align: center;"><p><center></center><span
style="color: #800000;"><strong>Alinhamento:</strong></span><br
/> 01. What You Hear Is&#8230;<br
/> 02. Silence<br
/> 03. When You Were Dead<br
/> 04. Necks &amp; Ropes<br
/> 05. Check Your Pulse<br
/> 06. The Biggest Sleep<br
/> 07. Re-Animator<br
/> 08. The Calm<br
/> 09. The Storm<br
/> 10. Crowds<br
/> 11. Katakiuchi<br
/> 12. All The Animals Come Out At Night<br
/> 13. Eyes Wide Shut<br
/> 14. Gold</p><p
style="text-align: justify;">O quinteto lisboeta Reality Slap marcaram para 2011 as gravações do álbum &#8220;Necks &amp; Ropes&#8221;, lançado no início deste ano. Este trabalho sucede ao seu álbum de estreia, &#8220;My Brother Evil&#8221; de 2009. Se existiam créditos por confirmar quanto ao seu potencial, a banda decidiu colocar preto no branco e deixou-nos para 2012 uma clara intenção em vingar.</p><p
style="text-align: justify;">Com um punhado de convidados de luxo da cena pesada, &#8220;Necks &amp; Ropes&#8221; é uma agressiva auto-estrada frequentada por veículos cheios de raiva. Ao longo dos seus pouco mais de 20 minutos, a banda experimenta uma série de diferentes elementos que permitem variar na sua duração. As rompantes e explosivas &#8216;Re-Animator&#8217;, &#8216;Crowds&#8217;, &#8216;Katakiuchi&#8217; ou &#8216;Silence&#8217; conseguem contrastar com as mais intensas e trabalhadas &#8216;Check Your Pulse&#8217; ou &#8216;The Biggest Sleep&#8217;, oferecendo um leque de propostas aos fãs das várias práticas de hardcore. &#8216;Gold&#8217; é então uma faixa completa, injectando um final melódico com um espectacular <em>solo</em> de guitarra &#8211; é a cereja no topo do bolo. Este bolo no entanto, é <em>gourmet</em>. A sua curta duração convida-nos a ouvir &#8220;Necks &amp; Ropes&#8221; vezes e vezes sem conta, com uma longevidade invejável e com sonoridades por explorar a cada rodagem.</p><p
style="text-align: justify;">Portugal que tema os seus palcos, pois a pólvora de &#8220;Necks &amp; Ropes&#8221; poderá incendiar audiências. De ano para ano, o hardcore nacional não se cansa de evoluir&#8230; e para melhor!</p><p
style="text-align: justify;">// Nuno Bernardo</p><p
style="text-align: center;"><strong><span
style="color: #800000;"> Classificação:</span> 77/100</strong></p><p
style="text-align: center;"><a
href="http://ruidosonoro.com/wp-content/uploads/2012/04/Necks-Ropes.jpg" rel="lightbox[12861]" title="Necks &amp; Ropes"><img
class="aligncenter  wp-image-13067" title="Necks &amp; Ropes" src="http://ruidosonoro.com/wp-content/uploads/2012/04/Necks-Ropes.jpg" alt="" width="574" height="574" /></a></p><p
style="text-align: center;"> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://ruidosonoro.com/2012/04/21/reality-slap-necks-ropes/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> <item><title>★ SHADOWSPHERE &#8211; Inferno ★</title><link>http://ruidosonoro.com/2012/04/16/shadowsphere-inferno/</link> <comments>http://ruidosonoro.com/2012/04/16/shadowsphere-inferno/#comments</comments> <pubDate>Mon, 16 Apr 2012 21:26:54 +0000</pubDate> <dc:creator>Dark Forever</dc:creator> <category><![CDATA[Reviews]]></category> <category><![CDATA[2012]]></category> <category><![CDATA[Inferno]]></category> <category><![CDATA[Shadowsphere]]></category><guid
isPermaLink="false">http://ruidosonoro.com/?p=12932</guid> <description><![CDATA[Estamos face um trabalho bem conseguido, interessante e que representa uma evolução positiva na banda.]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p
style="text-align: center;"><span
style="color: #8b0000;"><strong>Banda:</strong></span> Shadowsphere<br
/> <span
style="color: #8b0000;"><strong>Álbum:</strong></span> Inferno<br
/> <span
style="color: #8b0000;"><strong>Data de lançamento:</strong></span> 3 de Março de 2012<br
/> <span
style="color: #8b0000;"><strong>Editora:</strong></span> Sphere Music Media<br
/> <span
style="color: #8b0000;"><strong>Género:</strong></span> Melodic Death/Thrash Metal<br
/> <span
style="color: #8b0000;"><strong>País:</strong></span> Portugal</p><p><a
href="http://ruidosonoro.com/wp-content/uploads/2012/04/252990_10150192396890028_155319160027_7147283_6579453_n.jpg" rel="lightbox[12932]" title="Shadowsphere"><img
class="aligncenter size-full wp-image-12933" title="Shadowsphere" src="http://ruidosonoro.com/wp-content/uploads/2012/04/252990_10150192396890028_155319160027_7147283_6579453_n.jpg" alt="" width="720" height="305" /></a></p><p
style="text-align: center;"><span
style="color: #8b0000;"><em><strong>Membros</strong></em></span><br
/> <span
style="color: #8b0000;"><strong>Paulo Gonçalves</strong></span> &#8211; Voz<br
/> <span
style="color: #8b0000;"><strong>Luís Miguel Goulão</strong></span> &#8211; Guitarra<br
/> <span
style="color: #8b0000;"><strong>Ricardo Trincheiras</strong></span> &#8211; Guitarra<br
/> <span
style="color: #8b0000;"><strong>João Sousa</strong></span> &#8211; Baixo<br
/> <span
style="color: #8b0000;"><strong>Emídio Ramos</strong></span> &#8211; Bateria</p><p
style="text-align: center;"><span
style="color: #8b0000;"><em><strong>Convidados</strong></em></span><br
/> <span
style="color: #8b0000;"><strong>Patrícia Rodrigues</strong></span> &#8211; Voz feminina<br
/> <span
style="color: #8b0000;"><strong>Davon Von Dave</strong></span> &#8211; Teclados</p><p><span
style="color: #8b0000;"><em><strong>Alinhamento</strong></em></span></p><ol><li>Inferno (Intro)</li><li>Within The Serpent&#8217;s Grasp</li><li>Sworn Enemy</li><li>Dead Behind My Eyes</li><li>Suicide Reign Of Salvation</li><li>Bullet Train</li><li>The Hurtlocker [Instrumental]</li><li>Firewalker</li><li>Gehenna</li><li>Screaming Silence</li><li>Alone At The End Of The World<ol
type="I"><li>Last Season Of Man</li><li>Drowning On Dry Land</li><li>Closure</li></ol></li></ol><p
style="text-align: center;"><span
style="color: #800000;"><em><strong>Introdução</strong></em></span></p><p>Os lisboetas Shadowsphere já não são um nome estranho para o público nacional, mas os seis anos que separam os lançamentos de Hellbound Heart e Inferno mergulharam a banda num quase esquecimento, que terá agora que ser colmatado. Já com um alinhamento estável, este quinteto renasce e lança finalmente o seu terceiro álbum de originais, com temas simultaneamente agressivos e melódicos, num Melodic Death Metal com influências de Thrash e de Hardcore na voz. Mais importante do que o regresso aos lançamentos, é o espírito de união que parece existir neste grupo (a julgar, por exemplo, nas dedicatórias no booklet do álbum) e a vontade de reerguer um nome que já deu cartas no passado e tenta agora inovar o seu som, mantendo-se contudo fiel às suas origens e aos seus fãs.</p><p
style="text-align: center;"><strong></strong><span
style="color: #800000;"><em><strong> Review</strong></em></span></p><p>Inferno é um álbum infernal, no bom e no mau sentido. O som é agressivo, quente, muito poderoso, no entanto tem alguns temas que podem causar um aborrecimento infernal a quem não entrar dentro do estilo, especialmente a quem não gostar da voz. Depois da introdução, este disco começa muito bem, com dois dos três melhores temas do disco. Primeiro, a potente Within The Serpent&#8217;s Grasp. Excelentes riffs, bom jogo de gutural mais gritado e mais profundo, no conjunto um tema muito bem conseguido e que fica no ouvido. Melhor ainda é o tema que se segue, Sworn Enemy. Na sequência do anterior, a este acrescenta o vocal feminino, que dá um toque divino ao refrão. Além disso, uma passagem mais instrumental no meio do tema dá-nos um belo momento de musicalidade.</p><p>É a partir daqui que o álbum começa a cair em qualidade, passando de excelente para &#8220;apenas&#8221; bom. Dead Behind Eyes até começa bem, boa introdução e progressão no início, mas acaba por se tornar enfadonho, muito por culpa da vocalização que é muito homogénea. Mesmo assim, o riff de guitarra no refrão acaba por salvar o tema, dando-lhe alma. Já o mesmo não acontece em Suicide Reign Of Salvation, que são para mim os 5 minutos mais enfadonhos de Inferno. A voz parece estar a gritar palavras ao acaso, sem pausas para o ouvinte assimilar o som. Só no final do tema temos uma pequena variação, mas esta acaba mesmo por ser a faixa mais fraca de todo o álbum.</p><p>Apesar destes altos e baixos de Inferno, os restantes temas, longe da qualidade dos dois primeiros, acabam por manter uma qualidade sólida. Bullettrain tem uns riffs a lembrar o primeiro álbum de Children Of Bodom, Firewalker é a mais pesada do álbum e Screaming Silence foi uma faixa que pessoalmente gostei bastante. Mas o melhor está guardado mesmo para o final, com a fora de série Alone At The End Of The World. Dividida em três partes, esta música só peca um pouco pelo alongamento excessivo da primeira parte (se cortassem 1/4 da letra ficava perfeito), mas a partir daí a faixa emancipa-se a um nível extraordinário. A segunda parte começa mais calma, com uma melodia magnífica protagonizada por Patrícia Rodrigues, e o final é absolutamente lindo.</p><p
style="text-align: center;"><span
style="color: #800000;"><em><strong>Conclusão</strong></em></span></p><p>Em suma, estamos face um trabalho bem conseguido, interessante e que representa uma evolução positiva na banda em relação aos dois álbuns anteriores, mas que acaba por ter algumas falhas que devem ser corrigidas no futuro. A qualidade instrumental e vocal é indiscutível, falta apenas encaixar as duas partes melhor, como foi feito nos três temas que destaquei. Na parte da composição há que continuar a apostar em elementos diferentes, não só na voz feminina e nas passagens mais calmas, mas também numa maior variedade de partes explosivas e que a estrutura destas não se repita tanto. No entanto, as falhas que mencionei aqui serão quase imperceptíveis ao vivo, pelo que aconselho vivamente a irem aos concertos dos Shadowsphere. O potencial é muito, e espero que agora este quinteto estável garanta qualidade e melhorias no próximo álbum.</p><p>Saudações metaleiras,<br
/> David <em><strong>Dark Forever</strong></em> Matos</p><p
style="text-align: center;"><span
style="color: #8b0000;"><em><strong>Classificação</strong></em></span></p><p
style="text-align: center;"><strong>Vocal: </strong>7/10<br
/> <strong>Instrumental:</strong> 8,5/10<br
/> <strong>Escrita:</strong> 7,5/10<br
/> <strong>Originalidade:</strong> 7,5/10<br
/> <strong>Produção:</strong> 9,5/10<br
/> <strong>Impressão pessoal:</strong> 7,5/10<br
/> <strong>TOTAL:</strong> 78,8%</p><p><a
href="http://ruidosonoro.com/wp-content/uploads/2012/04/shadowsphere-inferno.jpg" rel="lightbox[12932]" title="shadowsphere-inferno"><img
class="aligncenter size-full wp-image-12935" title="shadowsphere-inferno" src="http://ruidosonoro.com/wp-content/uploads/2012/04/shadowsphere-inferno.jpg" alt="" width="570" height="576" /></a></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://ruidosonoro.com/2012/04/16/shadowsphere-inferno/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>1</slash:comments> </item> <item><title>EPICA &#8211; Requiem For The Indifferent</title><link>http://ruidosonoro.com/2012/04/16/epica-requiem-for-the-indifferent/</link> <comments>http://ruidosonoro.com/2012/04/16/epica-requiem-for-the-indifferent/#comments</comments> <pubDate>Mon, 16 Apr 2012 14:01:20 +0000</pubDate> <dc:creator>RRaimundo</dc:creator> <category><![CDATA[Reviews]]></category> <category><![CDATA[Epica]]></category> <category><![CDATA[Mark Jansen]]></category> <category><![CDATA[Requiem For The Indifferent]]></category> <category><![CDATA[Simone Simons]]></category><guid
isPermaLink="false">http://ruidosonoro.com/?p=12870</guid> <description><![CDATA[A banda está mais consistente, a voz da Simone Simons continua irrepreensível e inatingível, em termos instrumentais mais complexos...]]></description> <content:encoded><![CDATA[<p><span
style="color: #8c2626;"><strong>Banda:</strong></span> EPICA<br
/> <span
style="color: #8c2626;"><strong>Álbum:</strong></span> Requiem For The Indifferent<br
/> <span
style="color: #8c2626;"><strong>Data de Lançamento:</strong></span> 09 de Março 2012<br
/> <span
style="color: #8c2626;"><strong>Editora:</strong></span> Nuclear Blast Records<br
/> <span
style="color: #8c2626;"><strong>Género:</strong></span> Symphonic Metal<br
/> <span
style="color: #8c2626;"><strong>País:</strong></span> Holanda</p><p
style="text-align: center;"><span
style="color: #8c2626;"><strong>Membros:</strong></span><br
/> Simone Simons – vocal<br
/> Mark Jansen – guitarra rítmica, vocal gutural<br
/> Isaac Delahaye – guitarra solo<br
/> Yves Huts – baixo<br
/> Coen Janssen – sintetizador, piano<br
/> Ariën Van Weesenbeek – bateria, vocal gutural</p><p
style="text-align: center;"><a
href="http://ruidosonoro.com/wp-content/uploads/2012/01/EPICA2012.jpg" rel="lightbox[12870]" title="EPICA2012"><img
class="aligncenter  wp-image-10412" title="EPICA2012" src="http://ruidosonoro.com/wp-content/uploads/2012/01/EPICA2012.jpg" alt="" width="504" height="305" /></a></p><p><span
style="color: #8c2626;"><strong>Alinhamento:</strong></span></p><p>01. Karma<br
/> 02. Monopoly On Truth<br
/> 03. Storm the Sorrow<br
/> 04. Delirium<br
/> 05. Internal Warfare<br
/> 06. Requiem For The Indifferent<br
/> 07. Anima<br
/> 08. Guilty Demeanor<br
/> 09. Deep Water Horizon<br
/> 10. Stay The Course<br
/> 11. Deter the Tyrant<br
/> 12. Avalanche<br
/> 13. Serenade Of Self-Destruction<br
/> 14. Twin Flames (Soundtrack Version) (Bonus Track)</p><p><img
class="alignleft  wp-image-12962" title="Simone Simons" src="http://ruidosonoro.com/wp-content/uploads/2012/04/Simone-Simons-249x300.jpg" alt="" width="174" height="210" /></p><p>Após três anos de interregno de produção os EPICA estão de volta com novo álbum. Existe e existirá sempre termos de comparação com outros grandes trabalhos anteriores da banda, como é o caso de Consign to Oblivion e o The Diviny Conspiracy, que continuam a perdurar como os melhores trabalhos no seu conjunto que a banda já produziu. Numa análise existe sempre a oportunidade de se fugir à confrontação do melhor ou pior, por isso digo que não é melhor ou pior que os anteriores mas sim diferente. Se desde os seus primeiros êxitos se pode notar diferenças na perda de &#8220;algo&#8221;, eu arrisco a dizer que é isso que marca a diferença, e para melhor, diga-se.</p><p>A banda está mais consistente, a voz da Simone Simons continua irrepreensível e inatingível, em termos instrumentais mais complexos e neste álbum mais do que nunca e até a sempre criticada apresentação do gutural do Mark Jansen, neste álbum, vai de encontro à perfeição do coro nos excertos, isto é, encaixa sempre bem, coisa que não acontecia em alguns trabalhos anteriores. E é essa diferença que marca este novo percurso dos <strong>EPICA</strong> com &#8220;Requiem For The Indifferent&#8221;, a banda está mais completa, mais ecléctica e a meu ver, mais perfeita.</p><p>Este novo álbum vinca bem as influências symphonic metal incutidas pela banda mas não se fica por aqui. A introdução de diversas parte de progressive bem executado e arranjos orientais simples e comuns na banda, ainda com coros orquestrais bem definidos preenchem toda a envolvente do álbum. O álbum é de complexa audição, não se entranha muito facilmente e para os fãs de <strong>EPICA</strong> mais difícil se torna. Duas das músicas que marcam a diferença são &#8220;Deep Water Horizon&#8221; e &#8220;Avalanche&#8221;, se a primeira marca por ser um balada inicial cativante e com um explosivo término com o Mark ao comando, a segunda tem um refrão e uma melodia que nos faz fazer <em>rewind</em> para absover tudo o que ali se passa. Escrevi balada atrás? Sim, então muita atenção a &#8220;Twin Flames&#8221;, a faixa bónus do álbum que é simplesmente soberba.</p><p>Esta tentativa de abordar em primeiro lugar o final do álbum é propositada, porque se no seu término está a mestria no seu início está a potência e a carga deste álbum. A passagem da excelente introdução que é &#8220;Karma&#8221; para a explosiva &#8220;Monopoly On Truth&#8221; marcam a entrada do álbum e aqui começa o imbróglio na percepção de encaixar tudo ao pormenor, tudo ali debitado é intenso até a &#8220;Storm The Sorrow&#8221; que é genuinamente &#8220;<em>epica</em>&#8220;, este que foi o single divulgado e a música que menos foge à génese da banda. Todas as faixas primam por ter algo que as distingue e não destaque, algo que lhes dá força e encaixe.</p><p>Um conselho é que não se percam em comparações, para absorver tudo ao primeiro impacto é preciso ser-se &#8220;tísico&#8221; e isso não é bom nestes conteúdos. Requiem For The Indifferent marca um novo passo na história dos <strong>EPICA</strong>, passo esse que é um excelente alicerce na consolidação de como banda suprema no que ao seu estilo musical diz respeito. Não é o álbum perfeito, não é o melhor ou pior é (repito) diferente&#8230; para muito bom!!!</p><p><strong>Ricardo Raimundo</strong></p><p><strong>Apreciação Pessoal</strong>: 9/10</p><p
style="text-align: center;"><a
href="http://ruidosonoro.com/wp-content/uploads/2012/04/EPICA-Requiem-For-The-Indifferent.jpg" rel="lightbox[12870]" title="EPICA - Requiem For The Indifferent"><img
class="aligncenter  wp-image-12960" title="EPICA - Requiem For The Indifferent" src="http://ruidosonoro.com/wp-content/uploads/2012/04/EPICA-Requiem-For-The-Indifferent.jpg" alt="" width="560" height="560" /></a></p> ]]></content:encoded> <wfw:commentRss>http://ruidosonoro.com/2012/04/16/epica-requiem-for-the-indifferent/feed/</wfw:commentRss> <slash:comments>0</slash:comments> </item> </channel> </rss>
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