Devendra Banhart está de regresso a Portugal e tem apontadas na sua agenda três datas lotadas. Estão esgotados os concertos a 15, 16 e 17 de Fevereiro – o primeiro no Hard Club, no Porto, e os dois seguintes no Capitólio, em Lisboa.

O carismático artista norte-americano traz-nos desta vez Ma, o seu décimo álbum de estúdio, editado no ano passado. Para trás estão os temas de Ape In Pink Marble (2016), de Mala (2013) ou mesmo de Smokey Rolls Down Thunder Canyon (2007), apesar de terem sido os álbuns Rejoicing In The Hands (2004) e Cripple Crow (2005) a catapultar a carreira de Devendra. O seu percurso insere-se numa “onda” de folk ‘vanguardista que colocou a América em sentido, de estilo livre, lo-fi e até com algum psicadelismo, pelo que se compreendem as comparações com influências tão ilustres como Vashti Bunyan, Caetano Veloso ou Arthur Russell.

Ma é mais uma extensão autobiográfica, embora mais emocional e intimista do que os trabalhos antecessores, que se faz entender em inglês, espanhol e português e com o suporte de cordas, sopro, teclado e guitarras. O público português reconhece-lhe as qualidades e esgotou os concertos, agora resta esperar.

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