Aí estão as primeiras certezas para a oitava edição dos Jardins Efémeros e com um tema que «pretende contribuir para uma reflexão nas várias categorias que o programa contempla – O Corpo», com destaque para o contributo na música e no som como papel de afirmação das mulheres portuguesas no século XXI.

E é por isso que o segundo dia do festival, a 7 de Julho, tem um programa dedicado a cinco criações no feminino. Uma delas é a das nova-iorquinas ESG (na foto), vindas do Bronx e que em 40 anos de carreira fundiram o hiphop, o funk e o punk. Já a colombiana Lucrecia Dalt apresentará o seu mais recente disco, Anticlimes, enquanto o projecto de música experimental e de poesia sonora, Cindytalk, formado em 1972 por Gordon Sharp, estuda a forma como a artista autodidata e transgénero se relaciona com o mundo. A mão cheia faz-se com o duo experimental japonês Group A e o tarraxo Príncipe de Nídia, um dos grandes novos talentos da música urbana portuguesa.

A nível musical estão também garantidas as presenças da artista visual e música experimental francesa Félicia Atkinson, do luso-angolano Nástio Mosquito, do compositor sérvio Abul Mogard e da produtora e artista sonora espanhola JASSS.

O Jardins Efémeros acontece de 6 a 10 de Julho no Centro Histórico de Viseu, como habitual, sendo todas as actividades livres e de acesso gratuito.

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