A oitava edição do SMSF promete colocar em terras alentejanas três dias daquilo, que mais que um ou outro género, parece ser a direcção definitiva do festival: “música extrema”. Naturalmente o metal tem papel de destaque no cartaz mas, há semelhança do ano passado, há incursões bem curiosas um pouco por todo o cartaz.

A excepção até será a quinta-feira onde os nomes de Rotten Sound, Trollfest ou Ranger tocam em várias sensibilidades “metaleiras”, a juntar aos “crusters” Dokuga e aos suecos Hypothermia. Nos caso dos últimos, o regresso a Portugal representa uma oportunidade curiosa de ver a nova face da banda de Kim Carlsson.

No segundo dia o leque abre consideravelmente: o omnipresente Paulo Colaço junta-se a King Dude na secção de concertos que qualquer “metaleiro” usará como justificação de “open-mindedness” numa qualquer discussão familiar a propósito dum pentagrama estampado numa t-shirt. É também na sexta-feira que se dá uma mini-invasão islandesa com Naðra e Misþyrming, bandas da muito falada cena de black metal islandês. Para finalizar, é em português que se farão alguns dos destaques do dia com Process Of Guilt, os brasileiros Krisiun e os lendários Mão Morta.

O derradeiro dia tem em Exodus, Wolfbrigade e Dread Sovereign os principais pontos de atracção do cartaz mas é “por fora” que muito se joga com os israelitas Orphaned Land e os irlandeses Malthusian. Há também espaço para Fuse actuar porque, sendo razoável, nem todos os anos o Rei pode estar presente.

O cartaz completo e outras informações, como preço dos bilhetes, podem ser consultados aqui.

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