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Esta semana: A cultura das labels numa Lisboa Electronica

No próximo fim-de-semana a LX Factory, montra vanguardista da Alcântara lisboeta, recebe a primeira edição do Lisboa Electronica, festival que celebra a cultura das labels na incessante procura das novas tendências.

São muitas as labels com showcases garantidos num festival dedicado em pleno à música electrónica de ponta, seja ela feita lá fora ou por cá. O maior destaque vai para a presença da Dystopian, que se faz representar por Rødhåd, Vril (na foto) e Drumcell, e também da Blueprint, esta através de DVS1, James Ruskin e Sigha. Estando estas editoras “responsáveis” por terminar os dias 12 e 13 de Maio, onde a acção se passa na LX Factory, há muito a acontecer por outros espaços e por outras horas – há Magazino, Kaesar e Cruz pela Bloop Recordings; há TR-101, Mike Huckaby e Daniel Bell a carregar a Tresor; e também a Perlon se mostra com Zip, Melchior Productions Ltd e Sammy Dee. Um pouco mais de atenção ao cartaz e encontramos também Margaret Dygas e Robin Ordell pela Half Baked e a Príncipe Discos bem representada por DJ Marfox e DJ Nigga Fox.

Para além dos quatro espaços onde o festival Lisboa Electronica se estende pela LX Factory na sexta e no sábado que se seguem, há também um dia “zero” para os portadores do passe geral no Ministerium Club na quinta-feira, dia 11, com workshops, debates e exposições dentro do mesmo conceito.

As entradas que restam para o festival custam 30 euros (bilhete diário) ou 50 euros (passe geral). Consulta o programa completo do Lisboa Electronica, aqui.

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