Depois de Cara D’Anjo, Luís Severo é agora Luís Severo. O segundo registo é em nome próprio, homónimo, e mais ambicioso: voz e piano, a testemunhar em apresentação oficial no Teatro Ibérico, em Lisboa, nos dias 29 (já esgotado) e 30 de Março.

Mas diz Luís que no início de 2016 já andava meio-cansado das suas canções de Cara D’Anjo. A libertação fez-se em modo solitário e essa solidão tornou-se em liberdade para um novo disco. Não uma sinergia, ou talvez até seja, mas uma fatura de win/win que nos apresenta num novo processo criativo em que uma lírica surge através de palavras aleatórias.

Já avançamos datas e pretexto ao título. Se o desejo é ir, falta-vos a “Boa Companhia”:

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