No presente, Nocturnal Emissions é única e exclusivamente o vector do trabalho de Nigel Ayers. Na sua génese um trio, rapidamente se tornaram um nome incontornável da cena industrial e experimental britânica dos finais da década de 70, a par de outros como os Throbbing Gristle ou Zoviet France. Donos de um legado diverso, os Nocturnal Emissions deixaram marca ao combinar-se às artes plásticas e a demais formas de expressão incisivamente provocatórias, de cariz político e cultural marcado, não fossem a única banda a ter actuado no meio dos históricos motins de Brixton, a sul de Londres, em 1981.

A estreia em Portugal faz-se esta semana em dose tripla, com passagens pelo Porto, Viseu e Lisboa, sendo que os detalhes das três datas podem ser consultados em baixo. O concerto em Lisboa é uma organização da Nariz Entupido e conta ainda com a primeira parte da flautista Violeta Azevedo.

24.03 – Porto, Understage, Teatro Municipal do Porto – Rivoli (23h)
25.03 – Viseu, Venha a nós a Boa Morte (22h30)
26.03 – Lisboa, Igreja dos Ingleses (19h)

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