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Leonard Cohen partiu mas deixou-nos o amor e a poesia

Faleceu Leonard Cohen, poeta, escritor, compositor e cantor. Cantor em último porque só às canções se dedicou depois dos seus 30 anos de idade. Antes disso a consagração literária – Let Us Compare Mythologies, The Spice Box of Earth e Flowers for Hitler na forma de poesia e The Favorite Game e Beautiful Losers como célebres romances, entre outros trabalhos que se seguiriam.

Mas foi na cantiga, dando voz à sua escrita, que se tornou popular. Em 1967 deu início a uma carreira de 14 álbuns, o último dos quais lançado há três semanas. Songs of Leonard Cohen abriu a história musical do cavalheiro, da canção do amor. Um homem de mulheres, para quem escrevia muitas das suas canções.

Há um mês atrás, antecipando o lançamento de You Want It Darker, Cohen disse-nos «estar preparado para morrer». Poderia estar, mas ninguém disse que o mundo alguma vez esteve preparado para o ter, quanto mais para o perder. Deixa-nos um legado extenso, difícil de medir, repleto de canções que serão recordadas e dançadas até ao fim do amor.

“First We Take Manhattan”

“Everybody Knows”

“Suzanne”

“Hallelujah”

“Dance Me to the End of Love”

“Famous Blue Raincoat”

“Chelsea Hotel No. 2”

“Sisters of Mercy”

“So Long, Marianne”

Autor: Nuno Bernardo

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