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Flotsam And Jetsam – Flotsam And Jetsam

Flotsam-JetsamOs Flotsam And Jetsam regressaram neste ano de 2016 para lançar para as lojas um dos mais agressivos e portentosos lançamentos do ano. A icónica banda de thrash metal consegue compilar faixas que resumem muito do estilo adoptado ao longo dos anos, nunca desapontando os fãs mais acérrimos de uma banda que, para além de ser bem-sucedida em estúdio, é também uma referência ao vivo.

O álbum homónimo tem “Seventh Seal” como abertura de um disco que, com esta faixa, prepara os ouvintes para uma sessão criativa e agressiva de thrash metal, sem esbater no mesmo ou inspirar-se, em demasia, nos discos do passado. O álbum ascende numa orquestra de guitarra e uma bateria potente que bombardeia o aparelho auditivo de qualquer ouvinte que se preze ouvir um dos melhores discos do ano 2016.

A faixa de abertura é uma das grandes razões para a fortificação da qualidade do álbum, acompanhada com as faixas “Life is a Mess”, “Creeper”, “Monkey Wrench”, “Verge of Tragedy” e “Forbidden Territories”. Tem sido uma tendência nesta banda, que regressou a Portugal este ano para um concerto com os icónicos alemães Destruction, variar a sua abordagem musical. O grupo mantém a raiz dos originais, Doomsday For The Deceiver e No Place For Disgrace, enquanto adiciona outros elementos de álbuns posteriores. Neste álbum homónimo, o original predomina com faixas de ‘abrir o melão’ e outras faixas tecnicamente mais apuradas que só dizem bem da capacidade técnica de uma das mais duradouras bandas de thrash metal do momento.

Autor: João Braga

Os Flotsam And Jetsam regressaram neste ano de 2016 para lançar para as lojas um dos mais agressivos e portentosos lançamentos do ano. A icónica banda de thrash metal consegue compilar faixas que resumem muito do estilo adoptado ao longo dos anos, nunca desapontando os fãs mais acérrimos de uma banda que, para além de ser bem-sucedida em estúdio, é também uma referência ao vivo. O álbum homónimo tem "Seventh Seal" como abertura de um disco que, com esta faixa, prepara os ouvintes para uma sessão criativa e agressiva de thrash metal, sem esbater no mesmo ou inspirar-se, em demasia, nos discos do passado. O álbum ascende numa orquestra de guitarra e uma bateria potente que bombardeia o aparelho auditivo de qualquer ouvinte que se preze ouvir um dos melhores discos do ano 2016. A faixa de abertura é uma das grandes razões para a fortificação da qualidade do álbum, acompanhada com as faixas "Life is a Mess", "Creeper", "Monkey Wrench", "Verge of Tragedy" e "Forbidden Territories". Tem sido uma tendência nesta banda, que regressou a Portugal este ano para um concerto com os icónicos alemães Destruction, variar a sua abordagem musical. O grupo mantém a raiz dos originais, Doomsday For The Deceiver e No Place For Disgrace, enquanto adiciona outros elementos de álbuns posteriores. Neste álbum homónimo, o original predomina com faixas de 'abrir o melão' e outras faixas tecnicamente mais apuradas que só dizem bem da capacidade técnica de uma das mais duradouras bandas de thrash metal do momento. Autor: João Braga

Álbum. AFM Records. 20/05/16

8.4

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