Alexandra Drewchin, dos Guardian Alien, também se orienta a solo. Eartheater é o projecto da música e artista plástica residente em Nova Iorque e é por aí que a própria se expressa em liberdade máxima, através de voz, sintetizadores, guitarra e electrónica de cristalinos retalhos. RIP Chrysalis, de 2015, é o seu segundo álbum e sucede a Matalepsis, manifestando-se como um passo certeiro e em frente no desenvolvimento das suas canções folk psicadélicas, entre o feitiço cénico e o cosmos electrónico dos arranjos provenientes dos sintetizadores.

Três datas de apresentação desse RIP Chrysalis são feitas em Portugal. No dia 15 de Junho no Teatro Ibérico (Lisboa) e no dia 17 no Passos Manuel (Porto), a primeira parte será de CRUA, uma colaboração perpétua de André Hencleeday na percussão, Carlos Carvão nas guitarras e Daniel Neves nas electrónicas, partindo para o palco com o propósito intrínseco de experimentação e improvisação contínuos. No dia 18, já sem CRUA, Eartheater actua no Carmo 81, em Viseu.

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