csm_annihilator_suicidesociety_cover_72dpi-sm_5c76495463Suicide Society é mais um na longa lista de discos de estúdio criados pela banda liderada por Jeff Waters. O décimo quinto álbum de estúdio, dos icónicos canadianos e um dos pioneiros do thrash metal, traz uma banda renovada, pelo menos ao nível da formação, com o regresso de Jeff Waters aos vocais, tratando de quase todos os pormenores ligados ao álbum, produzindo-o também.

Apesar de algumas más-línguas que tenho lido e ouvido sobre este novo disco, parece que todas essas más-línguas são isso mesmo… apenas más-línguas. Bem, não considero este álbum algo especial ou sequer bom, ao nível de um dos seus primeiros discos em que o nome Annihilator se tornou sinónimo de thrash metal rápido e obliterante.

Ok, concordo que não é espectacular e que grande parte do álbum soa muito a genérico e barato, fácil de compor e não muito complexo de tocar, no entanto o efeito é conseguido e apesar de não ser muito melhor que Feast, é ainda assim um lançamento razoável com duas ou três faixas dignas de prestar atenção. Suicide Society apresenta-se como um disco, por vezes, melódico o que pode ter desagradado aos fãs de uma banda que, por norma, não respondem bem a um estilo mais acessível e melódico. O refrão fácil e mais ‘baratucho’ está presente em faixas como: “Suicide Society”, “Snap” e “Every Minute”. O que para um álbum de nove faixas representa de 1/3 do disco. As restantes faixas, apesar de não serem terríveis conseguem ser suportáveis e manter, igualmente, uma fluidez bastante aprazível. De destacar: “My Revenge”, “Creepin’ Again”, “Narcotic Avenue”, “Break, Enter” e “Death Scent”.

Jeff Waters não tem neste lançamento uma das suas melhores obras, no entanto o disco tem uma certa fluidez, e apresenta um certo número de faixas interessantes com algumas características típicas que fizeram dos Annihilator uma banda de notar no cenário do thrash metal.

Autor: João Braga

Suicide Society é mais um na longa lista de discos de estúdio criados pela banda liderada por Jeff Waters. O décimo quinto álbum de estúdio, dos icónicos canadianos e um dos pioneiros do thrash metal, traz uma banda renovada, pelo menos ao nível da formação, com o regresso de Jeff Waters aos vocais, tratando de quase todos os pormenores ligados ao álbum, produzindo-o também. Apesar de algumas más-línguas que tenho lido e ouvido sobre este novo disco, parece que todas essas más-línguas são isso mesmo... apenas más-línguas. Bem, não considero este álbum algo especial ou sequer bom, ao nível de…
Não é uma das suas melhores obras, no entanto o disco tem uma certa fluidez, e apresenta um certo número de faixas interessantes com algumas características típicas que fizeram dos Annihilator uma banda de notar no cenário do thrash metal.

Álbum. UDR Music. 18/09/2015

Classificação/Rating

7.0

Não é uma das suas melhores obras, no entanto o disco tem uma certa fluidez, e apresenta um certo número de faixas interessantes com algumas características típicas que fizeram dos Annihilator uma banda de notar no cenário do thrash metal.

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