265018Rita Cipriano… Relembrando Um Túmulo Esquecido – Morte Incandescente

Já perdi a conta ao número de concertos que vi de Morte Incandescente. Culpo apenas as circunstâncias, são coisas da vida. Mas independentemente das contas que se façam, o verdadeiro problema aqui é serem um dos melhores projectos de Black Metal nacional. Como é que uma pessoa se pode fartar disso? E dos mais activos também. Tanto faz falar do primeiro álbum, … Your Funeral, de 2003, ou do mais recente lançamento, o EP To Praise The One Of The Black Wings. É bom Black Metal para quem verdadeiramente gosta de Black Metal. Este …Relembrando Um Túmulo é um favorito, que volta e meia volta a tocar por aqui.

Para ouvir: “Necromaníaco” – Morte Incandescente

I Am KingNuno BernardoI Am King – Code Orange

Apesar dos meus últimos meses terem sido mais dedicados às novas tendências, guardo para esta semana um álbum que vai ao encontro da minha «praia». Os Code Orange, que deixaram cair o Kids do nome, estão neste 2º longa-duração muito mais negros e deixam-nos um irresistível frenesim de breakdowns. Por aqui há-de rodar muito, como já rodou nesta última semana, sempre com a convicção de que o selo da Deathwish Inc. não engana.

Para ouvir: “I Am King” – Code Orange

a2081722247_10David MatosMarching Through The Borderlines – Crib45

Quando o leque de bandas que já se conhece é tão vasto, descobrir algo novo com qualidade é motivo de rara excitação. Foi o que me aconteceu recentemente com os Crib45, banda Finlandesa que pega no Post-Metal na onda de Cult Of Luna e habilmente o manipula para criar texturas sonoras densas, de som crú, com melodias em tom épico e arrastado. Este é já o segundo registo da banda que me acompanhou esta semana, que não me parece necessariamente melhor que o primeiro. Faltam limar arestas neste projeto promissor.

Para ouvir: “Into The Abyss” – Crib45

0João “Trash Can Spinner” VinagreEnigma – Deathgaze

Ouvir Enigma é um enigma. Não, isto não é uma má tentativa de ter piada, estou apenas a constatar que este recente álbum dos Deathgaze apresenta-nos surpresa atrás de surpresa, mostrando-se sempre diversificado e interessante. Thrash, Power, Nu-Metal e o já de si exótico Rock Japonês vão-se sucedendo, dando a ideia de que as influências da banda não têm limites. Basta vermos os solos: ora numas músicas se apresentam mais “barulhentos” à lá Kerry King, ora noutras são influenciados pelas tendências melódicas e precisas do Metal neoclássico. Quem conhece os dois estilos, sabe que é difícil encontrarmos influências mais polarizadas.

Para ouvir: “Dead Blaze” – Deathgaze

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