Banda: Every Time I Die
Álbum: Ex Lives
Data de Lançamento: 6 de Março de 2012
Editora: Epitaph Records
Género: Hardcore/Southern Rock
País: EUA

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Membros:

Keith Buckley – Voz
Jordan Buckley – Guitarra
Andrew Williams – Guitarra
Ryan Leger – Bateria
Josh Newton – Baixo

Membros convidados:

John Christ (DANZIG) – Guitarra em “Revival Mode”


Alinhamento:
01. Underwater Bimbos From Outer Space
02. Holy Book Of Dilemma
03. A Wild, Shameless Pain
04. Typical Miracle
05. I Suck (Blood)
06. Partying Is Such Sweet Sorrow
07. The Low Road Has No Exits
08. Revival Mode
09. Drag King
10. Touch Yourself
11. Indian Giver
12. Grudge Music
13. Business Casualty
14. Starve An Artist, Cover Your Trash

Uma banda com uma carreira como a destes EVERY TIME I DIE não pode passar ao lado das massas, deixando para trás já alguns marcos do género e um nome que se tornou influente. Quase três anos depois do lançamento de “New Junk Aesthetic”, estes norte-americanos voltam às grandes edições com “Ex Lives”, um álbum que soma de uma forma absolutamente fantástica todas as características que os catapultaram ao longo de mais de treze anos para a linha da frente.

“Ex Lives” não irá mudar, nem revolucionar, o que quer que os EVERY TIME I DIE já tenham conseguido anteriormente. A referência será, possivelmente, a forma como executam aquilo que sempre foi deles – a voz destruidora de Keith, os massivos riffs ‘southern’ de Jordan e Andrew e o brutal preenchimento de bateria por Ryan. Explorando até a escuridão em alguns temas, com uma atitude rebelde bem vincada que os marcam desde “Last Night In Town”, a produção de Joe Baressi acaba por impulsionar, e muito bem, a agressividade escrita. A capacidade de composição do núcleo é impecável, tendo em conta que há relativamente pouco tempo a banda perdeu o baterista original, Mike Novak, e ainda assim consegue surgir das cinzas para colorir de novo o rosto dos maiores fãs. E há certos pormenores de grande qualidade –  a introdução em banjo de ‘Partying Is Such Sweet Sorrow’ é deliciosa, assim como todo o feeling southern de temas como ‘I Suck (Blood)’.

Independentemente das preferências na prática do género e das diferentes orientações no que toca à música hardcore, este “Ex Lives” tornar-se-á, inevitavelmente, mais uma referência e exemplo a seguir para o que está para vir.

// Nuno Bernardo

 Classificação: 89/100

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