Banda: W.A.K.O.
Álbum: The Road Of Awareness
Data de Lançamento: 11 de Abril de 2011
Editora: Rastilho Records
Género: Groove/Death Metal
País: Portugal

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Membros:

Nuno Rodrigues – Voz
João Pedro – Guitarra
André Sobral – Guitarra
André Landeck – Baixo
Bruno Guilherme – Bateria

Filipe Lima – Composição

Membros convidados:

Daniel Cardoso – Bateria Sessão
Pedro Mendes – Solo Guitarra em “Coronation Of Existence”
Shore – Coro Vocal em “Dark Dissonant Dance”
Snake – Coro Vocal em “Dark Dissonant Dance”
Suraj Maugi – Coro Vocal em “Dark Dissonant Dance”

Alinhamento
01. Shape Of Perfection
02. Ship Of Fools
03. Dissonant Dark Dance
04. Drifting Beyond Reality
05. Extispicium
06.  The Shadows Collapse Within
07. Coded Message Of Death
08. The Sorcerer
09. Intersected To A Closer Premonition
10. Coronation Of Existence

Os nacionais W.A.K.O. – We Are Killing Ourselves – têm com “The Road Of Awareness” o seu segundo longa-duração da carreira. Depois de uma grande estreia, em 2007, com “Deconstructive Essence”, os W.A.K.O. têm sido uma banda frequente nos palcos. E essa experiência é notável neste segundo registo, tal é a qualidade da composição.

“The Road Of Awareness” mantem a energia do primeiro álbum, embora contando com uns contra-tempos bastante mais denunciados bem ao estilo de Meshuggah. Não há baladas (para aqueles que gostam de cantar a célebre “My Misery” do primeiro álbum), mas há sim muito material para ser utilizado e explodir com os palcos por Portugal fora e não só. Há temas verdadeiramente espectaculares, com um enorme destaque para as guitarradas sabe presentes e pelo enorme alcance vocal de Nuno Rodrigues. E embora não pareça, o álbum até tem pormenores. Ao fim de algumas audições, há certos momentos que nos escaparam à primeira e que são deliciosos. Quatro anos após a estreia, esta demora já foi um pouco dolorosa para alguns fãs. No entanto, certamente que estarão satisfeitos com o resultado. Desde a já característica voz de Nuno às guitarras de João Pedro, a força que constituia a banda está intacta – apesar de 3 alterações no line-up da banda. Não está lá Filipe Lima (apesar de ter composto este álbum, e que merece também aqui os seus louros), mas está André Sobral. Não está Fred Carmelo, mas está André Landeck. Não está Arlindo Cardoso, mas está Bruno Guilherme. E também Daniel Cardoso merece destaque pelos enormes rasgos de bateria que compôs para “The Road Of Awareness”.

Parecia difícil superar a estreia mas, após ouvir este álbum várias vezes, até parece que foi “facilmente” ultrapassada. Um álbum tão explosivo e desta dimensão faz parecer pequeno qualquer coisa que tenham feito antes. Atenção, porque este é, provavelmente, um dos melhores álbums que o metal nacional tem orgulho de conhecer.

Deixo o resto à vossa guarda,
Nuno Bernardo

Classificação: 95/100


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