País: USA
Género: Symphonic Power Metal
Formados em: 2005

myspace.com/holyhellofficial
metal-archives.com/band.php?id=89870

Alinhamento

01. Wings Of Light
02. Prophecy
03. Revelations
04. Eclipse
05. The Fall
06. Angel Of Darkness
07. Holy Water
08. Mephisto
09. Gates Of Hell
10. Resurrection
11. Last Vision
12. Apocalypse
13. Armageddon

Hoje venho fazer uma dissertação sobre um álbum que foi para mim uma das grandes surpresas deste mês, falo-vos do mais recente registo de Holyhell. E quem são os Holyhell? A voz desta diva está-se a tornar inconfundível, já na sua participação com o Eric Adams na música Phantom of the Opera e na digressão que fizeram juntos com estes últimos e ainda com Rhapsody Of Fire, esta senhora esteve e está em alta, falo de Maria Breon. Depois te terem adiado em 2007 o lançamento de um álbum e terem optado por lançar o EP “Apocalypse”, após isso partiram em tournée, entre concertos a banda produziu este novo álbum.A banda liderada pela magnífica voz de Maria, não tem só nela o seu expoente. Maria tem na sua companhia excelente músicos de suporte, onde se destaca o ex-baterista de Manowar, Kenny Earl Edwards, “Rhino” e ainda contou com a participação de Joey DeMaio, participação essa que se centrou na produção do álbum e ainda na composição de algumas letras e músicas.

Neste último parágrafo falei algumas vezes de uma banda, que notoriamente marca este trabalho de Holyhell, falo do conteúdo das letras que são notoriamente influenciadas pela temática de Manowar. As letras falam de histórias épicas, fala do inferno e do paraíso, fala do mal e do bem e ainda contem frases marcadamente fantasistas. Em algumas partes sentem-se o ofuscar da realidade e temos a entrada num mundo de sonoridades intensas, obscuras e melódicas.

O álbum começa de maneira perfeita, a música Wings Of Light encaixa perfeitamente em todo o desenrolar da acção ao longo do registo. Não querendo estar a descrever faixa a faixa, porque só ouvi o álbum cinco vezes (só), gostaria de destacar a primeira faixa, já referida anteriormente, e ainda para mim as mais “convincentes” que são as Eclipse e a The Fall, a Eclipse então é de uma potência e qualidade estupenda.

Este álbum por vezes deixa o Symphonic Power e até mesmo o Power de raiz e chega roçar um estilo que posso de apelidar de o Heavy Metal da nova era, com riffs potentes e novas sonoridades, conta para isso com excelentes executantes, nunca é de mais referir. Aconselho vivamente a ouvirem este álbum que julgo que marcará mais uns pontos para o “top de divas” do metal da actualidade.

Bons Sons.

Cumprimentos,
Ricardo Raimundo

 

Related Posts

Leave a Reply

Your email address will not be published.